domingo, 3 de maio de 2015

MEGAPOST EUROPA VI - Amsterdã - Casa de Anne Frank

Este é mais um ponto de visita obrigatória em Amsterdã. A Casa de Anne Frank tem um papel histórico enorme e, apenas em estar lá, já se sente todo o peso que os anos de guerra deixaram naquele ambiente. Muito famosa após a tradução dos diários da menina Anne Frank (lido e indicado pela Lis) para diversos idiomas, esta residência foi transformada em centro cultural pela influência de seu pai, Otto, ainda na década de 1960.

A fachada da casa de Anne Frank. Fonte: Holland Alliance/Divulgação

Resumindo bem a história que dá fama ao local, durante a segunda guerra mundial a Holanda foi invadida pelos nazistas que buscavam aniquilar os povos considerados por eles como raças inferiores. Um dos povos mais perseguidos foi o judeu, do qual fazia parte a família Frank (que já havia fugido da Alemanha por este motivo). Com a ascensão dos nazistas e a invasão dos Países Baixos, a família de Anne ficou escondida durante dois anos em um prédio anexo a uma pequena fábrica existente na capital holandesa, junto de outras pessoas. Durante este período, ficaram fechados em algumas peças, sem contato com o mundo exterior, a não ser em momentos em que recebiam alimentos e notícias das pessoas que as escondiam. Nesse período, a garota Anne Frank escreveu um diário que, após a guerra, foi descoberto e publicado como livro.
O armário que dividia o prédio do anexo-esconderijo. Fonte: Holland Alliance/Divulgação

O museu mostra vídeos, fotos e decoração dos ambientes reais onde tudo aconteceu. Pode-se percorrer cada cômodo, subir escadas, ver camas, paredes decoradas com fotos de artistas da época, utensílios de cozinha... enfim, o local onde as pessoas viveram neste período macabro da história da humanidade. Há uma forte carga emocional durante a visita, apenas de se imaginar todo o sofrimento não só dessas pessoas, mas também de milhões de pessoas perseguidas pelos exércitos de Hittler. Há traduções para vários idiomas, tanto na parte escrita quanto nos vídeos e áudios. Ponto negativo para nós, turistas, é não poder fotografar (por isso as fotos neste post não são nossas).
Mais uma fila, no frio, na chuva...

O local possui também um café e uma boutique, onde encontra-se o diário traduzido para diversos idiomas, além de outras lembranças da visita. Por ser um dos locais mais procurados pelos turistas, as filas costumam ser bem grandes. Chegamos cerca e meia hora antes da abertura do museu e pegamos cerca de 50m de filas. Ao sairmos a fila já tinha mais de 300 metros. logo, se puder, chegue bem cedo!

Nível de interesse: obrigatório!
História de Anne Frank: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anne_Frank

Mais sobre esta viagem à Europa:
MEGAPOST EUROPA I - O início
MEGAPOST EUROPA II - O trajeto de ida
MEGAPOST EUROPA III - Amsterdã, chegada e primeiras impressões
MEGAPOST EUROPA IV - Amsterdã: fatos simples do cotidiano
MEGAPOST EUROPA V - Amsterdã - Van Gogh Museum
MEGAPOST EUROPA VII - Amsterdã - Diversão para a galera
MEGAPOST EUROPA VIII - Zaanse Schans, Holanda
MEGAPOST EUROPA IX - Rotterdã, Holanda


Confira os álbuns de nossa à Europa (Amsterdam, Rotterdam, Zaanse Schans, Paris):


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