Paris, a Cidade Luz

Cidade que respira cultura e transpira os odores de sua mundialmente famosa gastronomia

Holanda: liberdade e tradição lado a lado

O encantador país que mantem suas tradições, mas também demonstra toda a modernidade do primeiro mundo

Gramado: um pedacinho da Europa no Rio Grande do Sul

O destino turístico mais procurado do RS atrai o público com suas infinitas belezas e atrações, não só no inverno

Sim, o Rio de Janeiro continua lindo

Uma cidade exuberante que, apesar dos problemas, nos encantou

Uruguai: tradição, tranquilidade e amabilidade

Nosso irmão menor mostra sua face tranquila, suas belezas naturais e cultos à tradição

terça-feira, 26 de maio de 2015

MEGAPOST EUROPA XII - O Arco do Triunfo

O Arco do Triunfo é um dos grandes símbolos franceses. Com construção ordenada por Napoleão Bonaparte, foi inaugurado no ano de 1836 com o fim de ser o local de comemorações, por parte das tropas e da população, após as vitórias francesas nas batalhas armadas em que o país estava envolvido. Até hoje muitas das comemorações dos parisienses ocorrem neste ponto da cidade.

Por ser um monumento focado em guerras e batalhas, não é incomum o fato de que os detalhes de sua arquitetura remetam ao tema. Em suas colunas são encontradas diversas inscrições de batalhas vencidas pela França, bem como o nome de seus mais heroicos generais. Em sua base encontramos o Túmulo do Soldado Desconhecido, em homenagem aos soldados franceses mortos durante a Segunda Guerra Mundial.

Além da bela arquitetura e curiosidades de guerra, é possível subir no monumento (com outra gigantesca escada caracol, tal qual a Catedral de Notre Dame). No "segundo andar" do monumento há uma exposição com algumas esculturas, maquete e símbolos de batalhas, além de uma lojinha. Há também uma tela, mostrando ao vivo o que se passa na área do Soldado Desconhecido.

Na parte mais alta há vistas lindas de Paris, sendo possível visualizar as avenidas projetadas que partem do Arco. Uma destas avenidas é a famosa Champs Elisées. Outra coisa legal lá em cima, é buscar onde ficam os outros pontos que você já visitou ou que ainda irá visitar na cidade. Para ver melhor os detalhes, você pode inserir a moedinha no local indicado e fazer as observações através de lunetas.

Como o monumento é bem no centro da cidade, é bem fácil chegar lá de metrô. O acesso a ele fica por uma passagem subterrânea. Aliás é proibido tentar atravessar a rua que vai até ele, sendo somente o caminho por baixo da avenida o permitido. O ingresso para subir no arco do triunfo custa cerca de 10 euros e pode ser comprado antecipadamente, pela internet.

Mais sobre esta viagem à Europa:
MEGAPOST EUROPA I - O início
MEGAPOST EUROPA II - O trajeto de ida
MEGAPOST EUROPA III - Amsterdã, chegada e primeiras impressões
MEGAPOST EUROPA IV - Amsterdã: fatos simples do cotidiano
MEGAPOST EUROPA V - Amsterdã - Van Gogh Museum
MEGAPOST EUROPA VI - Amsterdã - Casa de Anne Frank
MEGAPOST EUROPA VII - Amsterdã - Diversão para a galera
MEGAPOST EUROPA VIII - Zaanse Schans, Holanda
MEGAPOST EUROPA IX - Rotterdã, Holanda
MEGAPOST EUROPA X - Tchau, Amsterdã. Oi, Paris!
MEGAPOST EUROPA XI - Catedral de Notre Dame

Confira os álbuns de nossa à Europa (Amsterdam, Rotterdam, Zaanse Schans, Paris):


domingo, 24 de maio de 2015

MEGAPOST EUROPA XI - Catedral de Notre Dame

Um local que toca o imaginário das pessoas, ao evocar as lembranças das histórias lidas e vistas durante a infância. Assim pode ser uma predefinição da Catedral de Notre Dame, um dos pontos de visita obrigatórios em Paris.

Construída durante vários séculos, e em diversas fases, teve suas primeiras paredes construídas ainda no ano 1163, alguns séculos antes da chegada dos portugueses ao Brasil. Este dado é incrível! Visitamos um local que existia antes de se saber que nosso país estava na terra! Coisas de Paris! A igreja, em estilo gótico, fica localizada em uma ilha (Île de la Cité), rodeada pelas águas do Rio Sena. O acesso é bem simples, através de metrô que tem uma estação bem perto da Notre Dame.

A Catedral é belíssima. Tem uma arquitetura que chama a atenção, pelas suas formas, suas torres com pontas. E quanto mais vamos nos aproximando dela, mais boquiabertos ficamos. A fachada é coberta com milhares de detalhes, como imagens de santos e passagens bíblicas. Praticamente toda a parede externa é trabalhada, bem como a madeira das portas.

Ao entrar na Catedral, nos deparamos com suas lindas colunas de sustentação, seu teto côncavo, além de belas imagens religiosas, os tubos do órgão e vitrais bastante coloridos. Um cenário e tanto. Outro fato que chamou nossa atenção, por ser a primeira igreja que visitamos por Paris, é o fato de haver lojinhas de souvenirs e velas dentro da igreja mesmo. Ao passar pela parte interna (visita gratuita), pode-se ver vários mini altares destinados a orações, painéis que contam todo o histórico do local e ainda uma maquete da Catedral muito bem feita, em madeira.

Para a visitação às torres de Notre Dame, é necessário sair da Catedral e dirigir-se a um acesso lateral, onde normalmente há uma filinha. No dia que fomos ela não era muito grande, então não cremos ser necessário comprar ingresso antecipado (que custa cerca de 10 euros). Após o acesso, há uma escada caracol, em pedra, que te leva até uma lojinha, onde espera-se formar um grupo de pessoas que terão o acesso às torres. E o acesso não é fácil... continua-se a subida pela escada caracol de pedra por mais uns 400 degraus. É bem cansativo e a única opção (não tem nada de acessibilidade por lá!).

Chegando lá em cima, e após recuperar-se o fôlego, a recompensa é merecida. Belas vistas de Paris, do alto. Por ser uma cidade predominantemente plana, e sem arranha-céus, pode-se ver bem longe. A Torre Eiffel domina vários ângulos, mas divide espaço com os telhados cinza que ficam sobre paredes amareladas, quase que padrão na capital francesa. No alto das torres pudemos ver de perto os gárgulas, criaturas não muito simpáticas que decoram as torres e, segundo os guias de turismo, protegiam a igreja dos maus espíritos. Seja verdade ou não, fotos tiradas com eles em primeiro plano e a cidade de Paris ao fundo costumam ser belíssimas!

Confira os álbuns da Catedral de Notre Dame:


sábado, 23 de maio de 2015

MEGAPOST EUROPA X - Tchau, Amsterdã. Oi, Paris!

Depois dos dias incríveis em Amsterdã, Rotterdã e Zaanse Schans, chegou a hora da partida. Já fizemos nosso check-out no hotel com saudades deste lugar maravilhoso. Pegamos nossas malas e fomos pegar o bonde pela última vez, depois o trem até o aeroporto. Embarcamos, mais uma vez, para um voo com a British Airways, em direção a Paris. De novo fizemos a conexão em Londres (e o voo atrasou mais uma vez) e logo estávamos indo para a Cidade Luz. Nossa ansiedade era grande, já que estávamos indo para a cidade tão citada como destino de todas as pessoas mais chiques e elegantes. Indo para a cidade do mais famoso ponto turístico do mundo: a Torre Eiffel!

Chegamos na capital francesa sem falar nada em francês. Aliás, sabíamos o "bonjour" e o "merci", que se mostraram bem importantes, já que com estas simples palavrinhas os franceses ficavam bem mais simpáticos ao falar em inglês. Logo em nossa chegada já percebemos que nossa estadia em Paris seria bem diferente da que tivemos em Amsterdã. Paris é uma metrópole. Gigante mesmo! Muita gente, muitos carros, trânsito pesado, muito maior que a capital holandesa.

Nosso hotel (Villa Montparnasse) não ficava situado no centro. Buscamos algo que aliasse um preço bom, com facilidade nos deslocamentos. Assim optamos por este hotel, no 14º arrondissement, por estar bem próximo a uma grande estação de trens (a Denfert-Rochereau, que nos levaria facilmente aos principais pontos turísticos e de onde sai o ônibus até o aeroporto de Orly, de onde partiríamos de volta ao Brasil, uma semana depois).

Já havíamos lido de antemão que o aeroporto Charles de Gaulle fica longe do hotel que escolhemos. Optamos, então, ir de metrô do aeroporto até a estação Denfert-Rochereau e de lá, a pé para o hotel. Chegamos até a estação de destino sem grande problema, porém ao irmos para a rua, buscando o hotel (a 300m de lá), acabamos dando uma volta gigante e não o encontramos. Pedimos informações a algumas pessoas que ou não nos entendiam, ou nos mandavam em direção a outra estação de metrô (achando que queríamos ir até lá). Depois de um tempo perdidos, andando com as malas por Paris, conseguimos a informação que queríamos e chegamos, finalmente, ao hotel.

Fizemos nosso check-in, deixamos as malas e corremos novamente à estação de trens. Iríamos matar a vontade de conhecer a Torre Eiffel. Com o mapa de Paris na mão, e com o roteiro com as estações de metrô em nosso resumo de viagem, fomos até lá, de maneira bem rápida. Não compramos tíquetes de metrô com validade de dias, optamos por comprar sempre os bilhetes unitários, até por não saber se valeria a pena ou não. O metrô tem muitas linhas, cobrem praticamente toda a cidade. Diz-se, inclusive, que em Paris se está sempre a no máximo 300 metros de uma estação de metrô, tamanha a sua abrangência. Além da quantidade de linhas, há muitos trens também. A cada dois ou três minutos passa um. Dessa forma, mesmo quando não se consegue um banco para viajar sentado, é bem cômodo, sem algomeração de gente.

Em poucos minutos chegamos a estação de destino e nos dirigimos à Torre Eiffel. Tudo bem sinalizado, sem grande chance de erro. Chegamos lá no início da noite, e a Torre, gigante e linda, estava iluminada nos esperando. A sensação de estar num lugar destes é incrível, mesmo esperando um paisagismo mais bonito a sua volta. Foi demais ver a torre piscando por alguns minutos, em horas cheias (19h, 20h...). Tiramos milhares de fotos, andamos pelo Campo de Marte, num frio de lascar, procurando os melhores ângulos. Noite que ficará na história de nossa vida. (Logo teremos mais post sobre a Torre Eiffel).

Como era apenas nossa chegada, voltamos ao hotel. Indo para a estação, aproveitarmos para jantar uma iguaria francesa, ali pertinho da Torre. Em uma barraca de rua, um senhor cozinhava uma panela gigantesca de cebola, que era colocada numa baguete, com uma linguiça. Eu, que nem gostava de cebola até então aprovei o prato! Fica a dica.

Este foi só o começo. Rodamos boa parte dos principais pontos parisienses, subimos milhares de degraus, jantamos comida típica, andamos de montanha russa no escuro, tivemos overdose cultural... muita exeriência diferente. E você poderá ver tudo aqui!

Mais sobre esta viagem à Europa:
MEGAPOST EUROPA I - O início
MEGAPOST EUROPA II - O trajeto de ida
MEGAPOST EUROPA III - Amsterdã, chegada e primeiras impressões
MEGAPOST EUROPA IV - Amsterdã: fatos simples do cotidiano
MEGAPOST EUROPA V - Amsterdã - Van Gogh Museum
MEGAPOST EUROPA VI - Amsterdã - Casa de Anne Frank
MEGAPOST EUROPA VII - Amsterdã - Diversão para a galera
MEGAPOST EUROPA VIII - Zaanse Schans, Holanda
MEGAPOST EUROPA IX - Rotterdã, Holanda

Confira os álbuns de nossa à Europa (Amsterdam, Rotterdam, Zaanse Schans, Paris):


sábado, 16 de maio de 2015

MEGAPOST EUROPA IX - Rotterdã, Holanda

Ainda durante nosso planejamento de viagem, reservamos um espaço no roteiro para um bate-volta até a cidade de Rotterdã. Vimos que lá havia alguns atrativos bem pitorescos e que mereciam nossa visita.

O trajeto até lá foi feito de trem, de maneira bem fácil e rápida. De difícil só a compra do tíquete no autoatendimento, que debitou no cartão de crédito mas ou não saiu, ou nós não achamos onde saiu o bilhete... resolvemos mesmo assim comprar outra passagem no atendimento pessoal, já que nem reclamar sabíamos como!! A viagem dura pouco mais de uma hora (a volta foi mais rápida ainda), e sai da Centraal Station de Amsterdã e para na Centraal Station de Rotterdã. Chegando lá, basta pegar o mapa da cidade e ir à luta! As atrações que buscávamos eram: o zoológico e as casas-cubo. Pedimos informações de como chegar nos pontos e fomos, utilizando transporte público mais uma vez: o ônibus. Talvez por ser final de semana, o trânsito estava bem calmo, e chegamos rapidinho ao jardim zoológico.

O zoo de Rotterdã é muito legal. Ótimo passeio para quem viaja com crianças. O ambiente é bem cuidado e a área é enorme. Há uma grande variedade de aves, mamíferos, répteis. Animais das diversas regiões do planeta vivem neste local. O passeio pode durar horas e até mesmo preencher o dia todo. Como não tínhamos essa intenção, andamos um pouco olhando os animais e as paisagens criadas para eles, e logo depois fomos procurar aquilo que realmente buscávamos: o aquário.

Havíamos visto no site oficial (clique aqui) que o aquário era daqueles em que os visitantes sentem-se envolvido pelo oceano, ao passar por um túnel de aquário. Nunca havíamos visto um destes ao vivo, e a visita se tornou obrigatória. E valeu muito a pena, pois a cena é incrível. Os peixes passando por todos os lados, desde os bonitinhos, até os temidos tubarões e arraias. Muito legal. Além deste setor, há diversos aquários com cavalos marinhos, águas vivas (que ficam lindas com efeitos de luz), peixinhos coloridos, tartarugas, lagostas (tem até uma azul) e diversas outras formas de vida marinha. Lugar muito, mas muito bonito. Ainda na parte de oceano, outro animalzinho simpático e que chama bastante a atenção do público, é o pinguim. Que bichinho simpático, ainda mais em grupo, como no caso de Rotterdã.

Andamos um pouco pela cidade e depois nos deslocamos para as Casas Cubo. Aqui abro um parêntesis. Rotterdã possui um dos principais portos da Europa, e isso já vem de longa data. Em decorrência de possuir este setor estratégico, a cidade ficou bastante desfigurada após bombardeios ocorridos nas guerras mundiais. Em sua reconstrução, deu-se bastante espaço para inovações arquitetônicas, fato que fez surgir uma série de construções com padrões bastante diferentes. Um exemplo é o conjunto de casas cubo.

As casas cubo são um complexo de apartamentos, e a sua construção é em formato de cubo, mas uma das pontas do cubo serve como base, e a outra como teto. É como um dado que foi atirado, mas ficou no meio do caminho, sem nenhum número na parte de cima... Meio complicado de explicar, mas bem simples entender este formato ao ver a foto. Acabamos não fazendo a visita interna (que está disponível em um dos apartamentos, com um pequeno valor de ingresso), mas ficamos imaginando a dificuldade em se decorar uma casa assim.

Esta é a construção mais fora do comum, mas não a única. Há vários prédios bem diferente na cidade. Ao desembarcar do trem, na Centraal Station isso já fica claro. Ao andar pela cidade, há várias paisagens com construções incomuns. Isso ocorre tanto em prédios comerciais, como residenciais. É parte da alma da cidade.

Rotterdã tem um comércio bem diversificado, é uma cidade bem moderna. Além dos ônibus urbanos, tem, assim como Amsterdã, a possibilidade de realizar trajetos de bonde, o que acaba facilitando bastante os deslocamentos. A cidade conta com várias ciclovias, sendo esta forma de transporte bastante difundida por lá.

Gostei bastante do passeio, que é bem prático para quem parte da capital holandesa. Um bate e volta é o suficiente para conhecer o basicão. De nosso roteiro, só não fomos até a Torre Euromast, de onde se vê toda a região. Isso aconteceu porque saímos um pouquinho mais tarde do que deveríamos do quarto do hotel, que fica tão aconchegante no friozinho europeu...

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segunda-feira, 11 de maio de 2015

MEGAPOST EUROPA VIII - Zaanse Schans, Holanda


Pra quem vai até Amsterdã, mas gostaria de ver o que há de mais tradicional na Holanda - sapatos de madeira, queijo e moinhos de vento, nada mais prazeroso do que conhecer Zaanse Schans. A cidade está localizada a apenas 45 minutos do centro de Amsterdã de ônibus (também dá pra ir de trem, com 20 minutos de viagem e 10 de caminhada). Achamos mais simples a viagem de ônibus, que para exatamente na frente do museu de Zaanse Schans. Para pegar o ônibus, basta ir até a Centraal Station, entrar pelo lado direito dela até a estação de ônibus, no segundo andar. Lá é só localizar a linha 391 da Conexxion. Pesquisamos na internet e o ônibus de vez em quando sai da plataforma C, outras vezes da G... mas é tudo meio perto lá na estação. Ah, não é permitido comer no ônibus... ficamos sabendo ao tomar nosso café da manhã dentro dele! Há ônibus que partem de lá de meia em meia hora. O ônibus, assim como os outros meio de transporte de Amsterdã é bem moderninho, e tem um painel interno dizendo o horário de chegada em todos os pontos... o difícil é ler o nome de tais paradas!

A viagem é bem tranquila, as estradas são ótimas. O ponto final é na beira da estrada, mas como disse, bem em frente ao museu local. Não fizemos a visita ao museu, mas não sentimos muita falta, até porque o local é incrível. Rendeu as melhores fotos de nosso tour. Há deversas casinhas com mini museus, lanchonetes e as melhores, que são fabriquetas dos itens tradicionais da Holanda: queijo e sapatos de madeira. Um dos primeiros, e que chama bastante atenção, é a loja de tamancos de madeira (tem um gigante na frente, não tem como errar). Não deixe de entrar, pois além da exposição dos mais diversos modelos de tamanco, há um funcionário que fica produzindo os sapatos e explicando passo a passo desta fabricação, desde a tora de madeira até o produto final (só não pinta). É bem legal!

Ao continuar andando, a paisagem é muito bonita, com mais de dez moinhos de vento enfileirados à beira de um rio que passa por ali, e dos canais que cortam o lugar e que contam com patos nadando, para complementar a paisagem. Fomos num ensolarado dia de inverno (baita sorte!), mas em decorrência da estação gelada, não havia muitas flores. Mesmo assim a paisagem é belíssima! Em outra das casinhas típicas há uma fábrica e loja de queijos, em outra, aprende-se sobre o chocolate e como ele é produzido (e ali, você mesmo faz seu chocolate quente - e paga por ele mesmo assim). Há lojas de souvenirs também (foi onde comprei minha bandeira da Holanda).

Vale a pena ir andando por este espaço da cidade, que, pelo que li, é uma espécie de parque temático, ou museu a céu aberto, onde propositalmente colocaram os ícones holandeses e recebe quase um milhão de turistas por ano. E não é a toa que recebem tantos turistas. O local é agradabilíssimo.

Aproveite para ir até a cidade "moderna", Zaandam, que fica do outro lado da vila, depois de atravessar a ponte. A cidade não é muito grande, mas é bem bonitinha, e tem café (que exalava um delicioso aroma de waffle), uma biblioteca cheia de estátuas em seu jardim, casinhas bem bonitas e um novo ângulo do vilarejo. Aparentemente há passeio de barco por lá (talvez nas estações mais quentes).

Indicadíssimo para quem vai pra Amsterdã e tem pelo menos meio dia para conhecer esta vila tipicamente holandesa!

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domingo, 10 de maio de 2015

MEGAPOST EUROPA VII - Diversão para a galera

Esta postagem será voltada para um público que busca a festa, o agito e a diversão. Falaremos sobre o Sex Museum, o Heineken Experience e o Red Light District, locais que agrupam um número grande de jovens em busca de festa, agito, azaração.

Red Light District
Fonte: amsterdam.info/Divulgação

O Red Light District, ou o Distrito da Luz Vermelha é aquele e famoso ponto onde as profissionais do sexo ficam mostrando seus dotes nas janelas dos prédios. Mas muito mais que isso. É um local com vários bares, coffeshops, cafés, restaurantes, e as mulheres nas vitrines apenas completam o cenário. É claro que esse aspecto chama bastante a atenção, mas não é o único atrativo do bairro. O Red Light District não fica longe do eixo turístico e comercial da cidade. E não há a necessidade de se manter um local afastado, ou tentar esconder, já que lá isso tudo é tolerado e legalizado. Não imagino incentivo a tais práticas (pelo que li, busca-se acabar com a prostituição no médio prazo), mas também não há qualquer mostra de intolerância ou desrespeito as moças. Como falei, esta parte da cidade é para onde os jovens vão, tanto para azarar as profissionais, como em busca de festa. Há vários bares (alguns aceitam maconha, outros não), coffeeshops, restaurantes de vários estilos, casas de espetáculo (strip tease, dança, sexo explícito...), sex shops que atraem o público, principalmente jovem, mas também famílias e pessoas com mais idade.
Será que essas camisinhas ajudam ou atrapalham?

Passeamos pelas ruas do distrito várias noites, já que é ali que está o agito, onde podíamos observar as pessoas diferentes e vivenciar este lado cultural de Amsterdã. Como nada é escondido não há sentimento de vergonha, ou de se estar fazendo algo errado, mas sim de estar vivendo o local. Passamos pelas vitrines algumas vezes, e as moças ficam por lá, com suas roupas, se insinuando e tentando atrair a freguesia. Há mulheres de todos os tipos, algumas que nem mulheres são... pra todos os gostos. Ao contrário do que se imagina em um local assim (prostitutas, drogas...) o local é bem seguro. Além da parte voltada às festas, o bairro é residencial também. E devemos levar em conta que todas estas práticas são liberadas e controladas na Holanda. Existem alguns passeios que focam neste bairro, com passeio a pé e parada em vários dos bares pra tomar um trago.

Sex Museum

Vimos algumas fotos deste museu durante nossa pesquisa e formatação dos roteiros pela Europa e achamos que seria legal ir conhecer. Aqui no Brasil algo assim, só bem escondido, para maiores de 18 anos e olhe lá. Já em Amsterdã, o museu fica aberto, de frente para a calçada, com comércio, lanchonetes, lojas de souvenirs como vizinhos. Confesso que esperava bem mais dele. Claro que após pagar 4 euros pela entrada, já deduzi que seria algo simples, mas chega a ser mais engraçado do que qualquer outra coisa.

Dividido em várias alas, há algumas esculturas em tamanho real, outras no estilo bibelô, com posições, insinuações. Há uma parte com imagens do Kama Sutra, outra com imagens de mulheres nuas e em roupas sensuais divididos entre várias décadas. Um museu que, em família, deve dar algum constrangimento, mas que vale pela curiosidade e pela graça mesmo, já que o ingresso é baratinho. Não deixaria de fazer outras visitas para ir nele, não. Mesmo assim a fila de entrada era enorme e lá dentro, pelo espaço restrito, todo mundo ficava numa espécie de fila, apertada, para ir vendo a mostra. Simples e engraçado. A visita não leva muito mais de meia hora, em um ritmo normal.

Heineken Experience

A Heineken é um dos símbolos da Holanda. Com certeza uma das marcas originadas no país e que hoje mais está presente no mundo. Na Heineken Experience pode se ter uma real experiência da grandiosidade dessa marca. Em um centro cultural da empresa, montado numa antiga fábrica, há várias atrações. O Heineken Experience é dividido em setores que contam a história e o presente desta companhia. Possui muita tecnologia, ao apresentar vídeos que iniciam com sensores de movimento, vídeos dentro dos tonéis de fermentação, jogos interativos, participação em vídeos, além de mostras históricas e a melhor parte: degustação desta preciosidade. Nesta atração, recomendamos a compra de ingresso antecipado, já que ela é bastante procurada. No nosso caso foi bem importante, também, pois fomos até ele após passear pela cidade, chegando quase na hora em que fechavam a entrada... se não tivéssemos comprado o ingresso com antecedência, só no dia seguinte!

A visita inicia em um setor onda há alguns cartazes antigos da cervejaria, em uma decoração que lembra o interior de um bar e onde pode-se tirar fotos fazendo parte do rótulo da cerveja. Logo após há mais algumas mostras históricas, e iniciam as explicações sobre os ingredientes e métodos de elaboração da Heineken e seu sabor único. Visita-se a parte preservada da antiga fábrica e é possível degustar a mistura de água e cevada, que inicia o processo de fabricação. Podemos falar que em nada lembra o agradável aroma de cerveja gelada.

A experiência continua no segundo andar da fábrica, onde estão as atrações mais modernas. Logo de saída é possível jogar uma partida de pebolim (ou totó, ou fla-flu), desafiando os amigos. Aí vem o momento esperado: a degustação! Em um bar de balcões em formato de estrela vermelha, símbolo da empresa, há uma séria de explicações (quando fomos, em holandês) sobre a cerveja, melhor forma de servir, quanto de espuma deixar.... mas na verdade acho que é tudo uma tática de tortura, fazendo-nos esperar para poder apreciar o sabor da cerveja gelada!

Passamos pela demonstração de funcionamento da máquina de envase da cerveja e logo depois pode-se sentar em uma mesa, logar o Facebook, e fazer parte de um filme em que você é um dos detentores dos segredos da Heineken e espiões estão atrás de você. Bem divertido! Em um salão ali perto há uma pick-up, onde você pode ser o DJ da casa. É bem bacana, bem moderno, bem bonito. Massa mesmo! Mas não para por aí... seguindo a experiência Heineken, você aprende, em um jogo interativo, como servir seu copo em um barrilzinho de cerveja, aprende sobre a cerveja em um vídeo que depende de seu movmento para apresentar as informações, passa pelo banco de reservas de um estádio da Champions League, conhece o histórico de formatos das garrafas da Heineken e... cai em uma balada! Isso mesmo, há uma balada que ocorre ao final do passeio. Lá você ganha duas tulipas de cerveja, um copo para levar pra casa, e fica curtindo o som. Muita gente fica lá azarando. Serve até como esquenta pra noitada.

Uma atração muito legal e bem surpreendente. Não deixe de ir!

Site oficial, onde é possível adquirir ingressos: www.heinekenexperience.com

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domingo, 3 de maio de 2015

MEGAPOST EUROPA VI - Amsterdã - Casa de Anne Frank

Este é mais um ponto de visita obrigatória em Amsterdã. A Casa de Anne Frank tem um papel histórico enorme e, apenas em estar lá, já se sente todo o peso que os anos de guerra deixaram naquele ambiente. Muito famosa após a tradução dos diários da menina Anne Frank (lido e indicado pela Lis) para diversos idiomas, esta residência foi transformada em centro cultural pela influência de seu pai, Otto, ainda na década de 1960.
A fachada da casa de Anne Frank. Fonte: Holland Alliance/Divulgação

Resumindo bem a história que dá fama ao local, durante a segunda guerra mundial a Holanda foi invadida pelos nazistas que buscavam aniquilar os povos considerados por eles como raças inferiores. Um dos povos mais perseguidos foi o judeu, do qual fazia parte a família Frank (que já havia fugido da Alemanha por este motivo). Com a ascensão dos nazistas e a invasão dos Países Baixos, a família de Anne ficou escondida durante dois anos em um prédio anexo a uma pequena fábrica existente na capital holandesa, junto de outras pessoas. Durante este período, ficaram fechados em algumas peças, sem contato com o mundo exterior, a não ser em momentos em que recebiam alimentos e notícias das pessoas que as escondiam. Nesse período, a garota Anne Frank escreveu um diário que, após a guerra, foi descoberto e publicado como livro.
O armário que dividia o prédio do anexo-esconderijo. Fonte: Holland Alliance/Divulgação

O museu mostra vídeos, fotos e decoração dos ambientes reais onde tudo aconteceu. Pode-se percorrer cada cômodo, subir escadas, ver camas, paredes decoradas com fotos de artistas da época, utensílios de cozinha... enfim, o local onde as pessoas viveram neste período macabro da história da humanidade. Há uma forte carga emocional durante a visita, apenas de se imaginar todo o sofrimento não só dessas pessoas, mas também de milhões de pessoas perseguidas pelos exércitos de Hittler. Há traduções para vários idiomas, tanto na parte escrita quanto nos vídeos e áudios. Ponto negativo para nós, turistas, é não poder fotografar (por isso as fotos neste post não são nossas).
Mais uma fila, no frio, na chuva...

O local possui também um café e uma boutique, onde encontra-se o diário traduzido para diversos idiomas, além de outras lembranças da visita. Por ser um dos locais mais procurados pelos turistas, as filas costumam ser bem grandes. Chegamos cerca e meia hora antes da abertura do museu e pegamos cerca de 50m de filas. Ao sairmos a fila já tinha mais de 300 metros. logo, se puder, chegue bem cedo!

Nível de interesse: obrigatório!
História de Anne Frank: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anne_Frank

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MEGAPOST EUROPA V - Amsterdã - Van Gogh Museum

Amsterdã é demais! Em se tratando de cultura, a cidade apresenta diversos museus. Alguns deles são referência na Europa, como o Van Gogh Museum. Por restrições da casa, não pudemos fotografar em seu interior, por isso as fotos deste post vem de outros sites.

Nossa visita ao museu se deu logo no dia em que chegamos á cidade. Aproveitamos este dia para visitar o museu, já que nas sextas-feiras o museu fica aberto até mais tarde, e até rola uma festinha no hall de entrada. Normalmente algum dj ou banda local faz um showzinho por lá, e a visitação ao museu tem seu horário espichado também (até às 22h, mas confira sempre no site oficial!).
A fila que encaramos no frio, na chuva...

O Van Gogh Museum está localizado na praça dos museus, lá chamada de Museumplein, que reúne algumas destas casas com mostras de arte e até de diamantes! É nesta praça, também, que é possível encontrar o famoso letreiro "I Amsterdam" (sem ser no aeroporto, assim, se você for de trem, não precisa ir até Schiphol para as famosas fotos). No museu há a maior exposição do mundo de obras do importante pintor holandês que nomeia o museu. Além das suas obras mais importantes, lá há também mostras de outros artistas do século XIX.
Fonte: holland.com / ©Nederlands Bureau voor Toerisme & Congressen 2004

Pela importância do museu, normalmente há bastante filas tanto para comprar ingressos, quanto para entrar no museu. No dia que fomos estava chovendo e não há nenhuma cobertura para quem está esperando pra entrar... Uma ótima dica é comprar o ingresso antecipadamente pela internet (custa o mesmo preço que na bilheteria do museu), pois assim se foge de pelo menos uma das filas.
Fonte: holland.com / ©Nederlands Bureau voor Toerisme & Congressen 2004

Além da impressionante mostra de obras do pintor, em um espaço novo, muito bem planejado e agradável, o local apresenta lanchonete (bolos e cafés deliciosos) e uma loja de souvenirs (chaveiros, caixas de lápis, pôsteres das obras, além de um instrumento importantíssimo durante toda a nossa viagem: guarda-chuva!).

Um ótimo início na intensa imersão cultural que tivemos durante toda a nossa viagem à Europa. Passeio obrigatório, faça chuva ou faça sol!

Site oficial: http://www.vangoghmuseum.nl/
Dica para comprar ingressos: http://amsterdam.ticketbar.eu/pt/museus/van-gogh-museum-001-/

Mais sobre esta viagem à Europa:
MEGAPOST EUROPA I - O início
MEGAPOST EUROPA II - O trajeto de ida
MEGAPOST EUROPA III - Amsterdã, chegada e primeiras impressões
MEGAPOST EUROPA IV - Amsterdã: fatos simples do cotidiano
MEGAPOST EUROPA VI - Amsterdã - Casa de Anne Frank
MEGAPOST EUROPA VII - Amsterdã - Diversão para a galera
MEGAPOST EUROPA VIII - Zaanse Schans, Holanda
MEGAPOST EUROPA IX - Rotterdã, Holanda


Confira os álbuns de nossa à Europa (Amsterdam, Rotterdam, Zaanse Schans, Paris):