Paris, a Cidade Luz

Cidade que respira cultura e transpira os odores de sua mundialmente famosa gastronomia

Holanda: liberdade e tradição lado a lado

O encantador país que mantem suas tradições, mas também demonstra toda a modernidade do primeiro mundo

Gramado: um pedacinho da Europa no Rio Grande do Sul

O destino turístico mais procurado do RS atrai o público com suas infinitas belezas e atrações, não só no inverno

Sim, o Rio de Janeiro continua lindo

Uma cidade exuberante que, apesar dos problemas, nos encantou

Uruguai: tradição, tranquilidade e amabilidade

Nosso irmão menor mostra sua face tranquila, suas belezas naturais e cultos à tradição

segunda-feira, 27 de abril de 2015

MEGAPOST EUROPA IV - Amsterdã: fatos simples do cotidiano

Amsterdã é uma cidade vibrante. Vibra pela juventude de seus visitantes. Vibra pela cultura. Vibra pela história. Mas acima de tudo, vibra pela educação.

Amsterdã é a maior cidade dos Países Baixos, com população de 813.562 habitantes (Wikipedia). Sua região metropolitana tem cerca de 2 milhões de cidadãos. Além disso, forma um grande eixo, em conjunto com outras cidades holandesas: Rotterdã e Utrecht. A cidade, cuja fundação remonta o final dos anos 1200, é totalmente cortada por canais, pontes e ligações com os principais rios. É de se imaginar que neste cenário - a capital de um país que é cortada por diversos canais - tenha um trânsito caótico. Mas isso não ocorre em Amsterdã.

Nesta cidade, predominantemente plana, o uso da bicicleta é muito disseminado (estima-se que haja mais de 700.000 bicicletas em Amsterdã - Wikipedia). Em todos os pontos da cidade a visão mais repetitiva são bicicletas amarradas em cercas, grades, postes, ou em um dos enormes estacionamentos disponíveis aos ciclistas. A rede de ciclovias também é impressionante. Praticamente não há via em que não haja uma ciclovia. Um fato sobre isso nos chamou bastante a atenção. Nosso hotel ficava bem perto de um teatro (que parecia chique) da cidade. Ao sairmos para jantar em uma noite, com uma garoinha chata, vimos diversas pessoas chegando, elegantíssimas, e estacionando suas bikes em frente ao teatro. Dado a este aspecto, o trânsito é muito tranquilo. Não vimos congestionamentos (apenas de aviões, ao embarcar em Schiphol), gente buzinando, nem nada do gênero.
Estacionamento de bicicletas em frente à Centraal Station

Além do uso de bicicletas, o transporte público da cidade é bem organizado e funciona muito bem. Mesmo que a cidade não seja tão grande (para os principais pontos turísticos, as pernas resolvem), há bastante opções de transporte. Na área mais turística, os bondes - trams, são perfeitos. Há linhas para todos os lados, com paradas que informam quais trams passam por ela, e algumas, com o horário. Os bondes são bem modernos, confortáveis e climatizados. Além disso, os mapas com as linhas estão disponíveis em todos os hotéis. Para bairros e região metropolitana, ou ainda outros pontos da Holanda, há várias opções de trem (train) ou ônibus. Tudo fácil, limpo, confortável e, acima de tudo, confiável.
Tram, bike e motoneta

A arquitetura da cidade é incrível. Muito prédios antigos, algumas construções medievais, que beiram os canais. Muitas com seu tijolos marrons à vista, e as outras, normalmente, em tons escuros. Tudo forma uma linda moldura para as paisagens da cidade. Os prédios, em tons marrons, sobem e seu topo não é totalmente reto, o topo vai um pouco pra frente e o resultado é genial. Andar por estas ruas são momentos únicos. Estes prédios lindíssimos, com os ciclistas, os sinos dos trams e o odor de Nutella que vem de uma lojinha de waffles. Com certeza isso deixa muita, mas muita saudade.

Ir a um supermercado é obrigatório em qualquer destino com bastante diferença cultural. Aqui não foi diferente. É bem legal ver os produtos diferentes, os iguais com outros nomes, ver os preços das mercadorias mais simples. Assim descobrimos que o Nutella é assustadoramente barato na Holanda. A batata Pringles também. Visitamos bastante a rede de supermercados Albert Heijn, que é bem ampla em Amsterdã. Vale tanto pela curiosidade, como pra comprar aquele lanchinho esperto - vendem sanduíches prontos ótimos e baratos. Ah, e não se assuste se for em algum com autoatendimento total... escolha os produtos, passe o código de barras e pague com seu cartão. Nenhum humano para auxiliar e nem mesmo cuidando se você está pagando certo. Lá, todo mundo segue as regras. Nos trams isso ocorre também Você entra e paga. Mas não há fiscais exigindo o pagamento. Paga-se pois isso é o certo a fazer ao estar recebendo um serviço. Educação total.

Na Holanda, o idioma oficial é o holandês. E este idioma não é muito simpático, à primeira vista. nem à segunda... à terceira. Na verdade, parece bem difícil de aprender. Parece, também, que misturaram o inglês com o alemão e o resultado foi o holandês. Como citei antes, as pessoas de Amsterdã parecem bastante cultas, mesmo aquelas que desempenham as funções profissionais mais simples (caixas de supermercado, ou vendedores...). Se me lembro bem, sempre que necessitamos conversar, o inglês foi compreendido. Ou seja, se for para lá falando inglês, não deverá ter problemas.
Um dos muitos carros elétricos vistos por lá

A cidade é recheada de turistas. Destes turistas, a esmagadora maioria é composta por jovens, na faixa entre 17 e 30 anos de idade. Isso ocorre provavelmente em decorrência de Amsterdã ser uma cidade tolerante com o uso de drogas e com a prática da prostituição. Há diversos estabelecimentos, denominados de Coffeshops, onde há a venda de alucinógenos e outras drogas, principalmente misturas de maconha e cogumelos. Pode-se entrar na loja, escolher o tipo de marijuana (da mais fraca até a mais forte) e fumar ali, ou na rua mesmo. Em alguns pontos ela não é bem vinda. É possível adquirir sementes de maconha em floriculturas da cidade, até, caso queira ter alguns pés em casa. A prostituição, em linhas gerais, acontece na Red Light District, região onde há muitos bares e boates, e onde as garotas ficam "mostrando o produto" em vitrines para os pedestres. Tudo muito natural e bastante procurado por turistas.

Muitas coisas bem normais por lá, e completamente diferentes por aqui. assim é Amsterdã em seu dia a dia.

Mais sobre esta viagem à Europa:
MEGAPOST EUROPA I - O início
MEGAPOST EUROPA II - O trajeto de ida
MEGAPOST EUROPA III - Amsterdã, chegada e primeiras impressões
MEGAPOST EUROPA V - Amsterdã - Van Gogh Museum
MEGAPOST EUROPA VI - Amsterdã - Casa de Anne Frank
MEGAPOST EUROPA VII - Amsterdã - Diversão para a galera
MEGAPOST EUROPA VIII - Zaanse Schans, Holanda
MEGAPOST EUROPA IX - Rotterdã, Holanda


Confira os álbuns de nossa à Europa (Amsterdam, Rotterdam, Zaanse Schans, Paris):


domingo, 26 de abril de 2015

MEGAPOST EUROPA III - Amsterdã - Chegada e primeiras impressões

Schiphol Airport

Depois de várias horas de viagem e uma conexão em Londres, finalmente chegávamos em Amsterdã! Um sonho que começava a se realizar: estávamos na Europa. Foi um momento de grande emoção. Mas logo na chegada passamos por um momento de tensão: a imigração. Fomos bem preparados, mas como era a primeira vez que passaríamos por ela (nas viagens que fizemos ao exterior, fomos apenas em cidades fronteiriças na América do Sul, sem qualquer burocracia), estávamos um pouco ansiosos. Pra este momento nos preparamos com tudo o que os sites diziam ser necessários:
- Passaportes
- Seguro de viagem internacional
- Reservas de hotel
- Passagens de retorno ao Brasil
- Euros (em dinheiro vivo, traveller card e cartões de crédito - estes últimos com faturas)
- Certificado internacional de vacinação contra a febre amarela
- Contracheque, comprovando vínculo empregatício no Brasil
- Comprovante de residência
Quando fomos chamados pelo funcionário da imigração holandesa tivemos um pouco de dificuldade no idioma (falou em inglês), mas como não temos cara de perigosos, ele apenas nos perguntou qual era o motivo da viagem e quantos dias ficaríamos. De documentação, solicitou somente o passaporte. Carimbou e nos desejou boa estadia na Holanda. Muito rápido, muito fácil!

Depois de pegarmos nossa mala na esteira, começamos a procurar o local onde pegaríamos o trem para o centro da cidade. Nisso, vimos que havia o famoso letreiro "I Amsterdam" do lado de fora... não perdemos a chance de fazer a famosa foto!!!
Curtindo o trem errado

Apesar das dificuldades com o idioma, nesse momento já nos divertíamos com a situação. Procuramos por alguns minutos e conseguimos comprar nossos tíquetes para o trem. Como não vimos placa indicativa, entramos no primeiro trem que passou. Sentamos, tiramos algumas fotos, até que o fiscal da linha pediu nossos bilhetes... fez uma cara feia e nos disse (em inglês também) que este era o trem errado, e que deveríamos descer na segunda estação adiante para pegar o trem certo... foi o que fizemos e deu tudo certo.

Com o segundo trem, chegamos à Centraal Station (Centraal com dois "as" mesmo), que é a estação central de trens, ônibus e bondes da cidade, e onde há um dos maiores estacionamentos de bicicletas do mundo - lá cabem cerca de 8 mil bikes! Daqui teríamos duas opções para chegar ao hotel: bonde ou táxi. Como estávamos chegando, meio perdidos ainda e bastante cansados da viagem, resolvemos pegar um táxi. Ficamos surpresos com os carros disponibilizados como táxi: havia Mercedes, Audis, BMWs... demais! Pegamos um Audi e fomos até nosso hotel, em Leidseplein: o Freeland Hotel. Escolhemos este hotel após analisar preço, avaliações e proximidade com o transporte público, havendo ponto de bonde (ou tram, como os holandeses chamam) há poucos metros. Nos apresentamos e, entendendo pouca coisa, pegamos as chaves (do quarto e da porta da frente do hotel, cuja recepção funcionaria até as 22h, depois era só usar a chave e entrar) e fomos ao quarto. O hotel é bem limpo, seguro. Ficamos no térreo e, mesmo assim, não fomos incomodados por barulho. O apartamento tinha televisão, calefação, ventilador, água quente para café ou chá (sachês na recepção), banheiro com água bem quente, cama confortável. A escolha pelo Freeland foi ótima, e recomendamos!

Apesar do cansaço, estávamos na Europa, e é claro que não ficamos no hotel nesse primeiro dia! Nos munimos com o mapa da cidade e fomos explorar. O clima não colaborava muito, mas estava dentro do esperado, depois de tantas leituras em blogs de viagens: frio e chuva. Saímos por perto do hotel, tiramos algumas fotos e depois nos deslocamos até o Van Gogh Museum. Mas isso é papo para outra postagem!
Cuma??!!

Posso dizer que as primeiras impressões foram ótimas! A cidade limpíssima, pessoas educadas. Primeiro mundo!

Mais sobre esta viagem à Europa:
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MEGAPOST EUROPA II - O trajeto de ida
MEGAPOST EUROPA IV - Amsterdã: fatos simples do cotidiano
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MEGAPOST EUROPA VI - Amsterdã - Casa de Anne Frank
MEGAPOST EUROPA VII - Amsterdã - Diversão para a galera
MEGAPOST EUROPA VIII - Zaanse Schans, Holanda
MEGAPOST EUROPA IX - Rotterdã, Holanda


Confira os álbuns de nossa à Europa (Amsterdam, Rotterdam, Zaanse Schans, Paris):


sábado, 25 de abril de 2015

MEGAPOST EUROPA II - O trajeto de ida

Como falamos no post anterior, a logística da viagem foi meio complexa. Tivemos de programar horário de ônibus entre Itajaí e São José dos Pinhais, depois do voo até São Paulo, além de buscar preços mais baratos, claro. Com muitas buscas, acabamos comprando num voo da Gol, que nos deixaria esperando algumas horas em Guarulhos, mas era melhor chegar cedo mesmo, para não correr riscos de perder a ida para a Europa.

Um fato sobre os Vôos da Gol que vem me chamando a atenção, é que a companhia está cada vez mais agregando componentes low costs em sua empresa. Check in forçado no autoatendimento, nada de lanchinho grátis em voo curto (como em nosso caso, cerca de uma hora de viagem). Antigamente distribuíam água, suco e barrinhas de cereal ou biscoitinho. Agora, de graça, só água... Outro ponto negativo é que, como chegamos cedo a São Paulo, pudemos passear pelo aeroporto, e almoçar por lá. O aeroporto, que é bem grande, tem várias opções entre lancherias, pizzarias e restaurantes. Mas o preço, na maioria dos estabelecimentos é assustador.Uma pizza do Pizza Hut, por exemplo, custa apenas R$119,00. Absurdo! Pelo menos no Montana, há ótimas refeições a preços mais normais (entre R$20,00 e R$30,00, arroz, feijão e carne). Outro aspecto que nos incomodou bastante no aeroporto de Guarulhos foram os meninos pedindo dinheiro, que causam desconforto e insegurança.

Passadas as horas de espera, com passeio e conversas com outros passageiros, chegou a hora do embarque. Como já falamos, nossas passagens foram compradas no site da Iberia, mas os primeiros trechos da viagem seriam operados pela British Airways. No momento em que fomos despachar a bagagem, ocorria um fato curioso. Um rapaz tentava embarcar com muitos litrões (pet, 2 litros) cheios com algum líquido que não identificamos. Ele ia pesando a mala e tirando litros, até que o peso ficou dentro do permitido sem cobrança extra. Quando chegou nossa vez de despachar, perguntamos o que eram aquelas garrafas e disseram que o rapaz estava levando estoque de cachaça brasileira pra Londres!! Como ele não conseguiu levar, quem se deu bem foram os funcionários que ficaram com as garrafas.

Efetuamos nosso embarque, num avião bem grande, nunca tinha entrado num deste tamanho! Três fileiras de banco em cada lateral, mais quatro acentos no meio. A aeronave comporta muita gente. E também há um número considerável de comissários. O atendimento foi muito bom por parte da equipe que falava predominantemente em inglês (já que a companhia é inglesa), mas tinha também funcionários que falavam português. O avião, mesmo na classe econômica é confortável, dentro do aperto de um avião. Gostamos bastante do apoio de cabeça, embutido no banco, bom para dormir com a cabeça paradinha. A central multimídia apresentava diversas opções de filmes, seriados, músicas, esportes, além do mapa da viagem com informações de tempo, clima, altitude... As refeições surpreenderam. Jantar completo, ótimo café da manhã, opções de sucos (fuja do suco de tomate, que parece molho de tomate), vinhos, refrigerantes, snacks. O serviço de bordo funcionando durante todo o trajeto (cerca de dez horas de viagem), oferecendo suco, água, café (ruinzinho) e chá.

Nosso voo era até Amsterdã, mas com uma conexão de duas horas em Londres. Chegamos na capital inglesa na manhã seguinte e lá começamos a sentir as diferenças, principalmente a de idioma. Nosso inglês é super básico, então até compreendíamos as placas, mas ao pedir informações a coisa era bem diferente. Como é difícil ser obrigado a conseguir elaborar frases num idioma diferente!! Como não estávamos encontrando o local de saída de nosso voo para a Holanda, paramos para pedir informações. A frase até saiu em inglês, mas, para nossa ótima surpresa naquele momento, o funcionário do aeroporto era brasileiro e já nos deixou a par de tudo, além de nos apresentar outro casal que pegaria o mesmo voo, também de brasileiros. Depois de passar pelo aeroporto de Londres, o aeroporto de Guarulhos deixou de ser grande... o londrino é muito maior!!
Aceita um suquinho de tomate?

Nosso embarque atrasaria um pouco (sem a famosa pontualidade britânica) então demos uma volta pela área de embarque, vimos algumas lojinhas e descobrimos que lá, onde a moeda é a libra, aceita euros para compras, porém o troco seria em libras! Depois no dirigimos ao embarque, passamos pela segurança - muitíssimo mais rígida que a brasileira, e nos dirigimos ao avião da Brtitish que nos levaria ao primeiro destino: Amsterdã.

Mais sobre nossa viagem à Europa:
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Confira os álbuns de nossa à Europa (Amsterdam, Rotterdam, Zaanse Schans, Paris):


terça-feira, 21 de abril de 2015

MEGAPOST EUROPA I - O início

Visitamos a Europa!!! Pela primeira vez viajamos ao Velho Continente e foi, com certeza, nossa melhor viagem até hoje. Tudo muito intenso, muito bonito, muito diferente. As experiências foram enriquecedoras para nossa vida. Cultura nova, comidas novas, idioma diferente. Incrível.


Tudo começou em conversas durante as festas de fim de ano, que tivemos com minha irmã, que já planejava sua ida para Paris (ela irá em julho). Ela contou que estava querendo ir, falou sobre como estava procurando passagens e lugar para ficar. Aquela conversa ficou reverberando em nossa mente e, já nos dias seguintes, conversamos bastante sobre esta ideia de ir pra Europa. Resolvemos, sem grande pretensão, dar uma olhada nos preços de passagens... e percebemos não era nada tão absurdamente caro! Nos animamos e decidimos: iríamos atravessar o Atlântico.

Durante cerca de duas semanas passamos a pesquisar preços de passagens para diversos locais, como Roma, Lisboa, Bruxelas, Atenas... tudo seria novidade e muito proveitoso. Mas já que estávamos indo, decidimos conhecer dois locais que sonhávamos: Amsterdã e Paris. Quando dizemos conhecer, além de passar pelos pontos turísticos, queríamos viver a cidade, ver o que os locais faziam, ver a estrutura de cada cidade. Por estes motivos, seriam necessários alguns dias em cada ponto. Decidimos, então, ficar pelo menos 4 dias em Amsterdã e 6 em Paris.Não faríamos excursões por vários países, como a CVC, por exemplo, costuma fazer. Seria até legal colocar vários países na lista de lugares conhecidos, mas não era nosso propósito.

Nossa pesquisa por preços de passagens se deu em muitos sites, cotamos com agências de turismo, buscamos preços e recomendações de hotel... e decidimos: o preço e  experiência seria bem melhor se planejássemos tudo e reservássemos tudo por nós mesmos. O trabalho seria (e foi) bem maior, mas poderíamos fazer tudo a nosso tempo, sem programações mirabolantes da agência, e sem pagar mais por isso. Pesquisamos sobre o transporte público e as notícias eram sempre boas. Vimos que seria fácil ir aos pontos turísticos, fácil ir ao aeroporto e retornar ao hotel. Como vimos que era possível efetuar o planejamento por nossa conta, começamos a montar a viagem.

Buscamos recomendações de hotel no site Tripadvisor e reservamos através do Booking.com. Compramos as passagens aéreas diretamente no site da companhia Iberia (São Paulo x Amsterdã x Paris x São Paulo). O seguro viagem foi contratado no site da Mondial. Compramos alguns ingressos antecipados, também pela internet. Confirmamos as contratações e reservas por e-mail. Deu tudo certo.

Fomos com nosso roteiro também todo montado. Depois de ler muito sobre os locais, principalmente o Ducs Amsterdam e o Conexão Paris, decidimos onde iríamos em cada cidade. No Google Maps, buscamos as opções de transporte público até cada ponto (que linha de trem ou bonde, onde pegar, onde descer...) e tudo funcionou perfeitamente. Imprimimos o roteiro e ele foi pra mala, pra nossa maior aventura!

Como meu passaporte estava vencido e a Lis precisava tirar um também, corremos atrás deste super detalhe... e ele ficou pronto alguns dias antes da viagem. Fizemos algumas vacinas, pra garantir, passamos na casa de câmbio pra comprar euros... revisamos milhões de vezes se tudo o que a imigração poderia pedir estava na pasta de documentos e fomos.

Na verdade até o trajeto de ida foi uma mini saga. Atualmente moramos bem longe da rota de aeroportos mais baratos. Vivemos no norte do Rio Grande do Sul, a cerca de duas horas de Passo Fundo e de Chapecó. Fomos de carro daqui até Navegantes (onde moram os pais da Lis), passamos o carnaval por lá. Depois, na cidade vizinha Itajaí, pegamos um ônibus até São José dos Pinhais. Lá, pegamos um vôo até São Paulo para, finalmente, embarcar para a tão sonhada viagem.

Mais sobre esta viagem à Europa:
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Confira os álbuns de nossa à Europa (Amsterdam, Rotterdam, Zaanse Schans, Paris):


sábado, 18 de abril de 2015

EVENTO - Copa do Mundo 2014

Já faz quase um ano que a Copa do Mundo passou pelo Brasil, mas foi tão marcante que resgatei um texto que divulguei no Facebook no mês de julho de 2014:
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Desde criança as Copas do Mundo me encantavam. Me lembro de Copas a partir de 1990, que ocorreu quando eu tinha meus 7 anos de idade. Naquela Copa lembro bem da seleção da Argentina, que eliminou o Brasil com aquele gol do Caniggia. A seleção portenha tinha também o pegador de pênaltis Goycoechea, que depois veio a jogar (rapidamente) no meu Inter. Logo após veio a Copa de 94, que trouxe a conquista que nossos pais esperavam desde 70! Foi praticamente um grito de renascimento... do futebol brasileiro, em um momento em que economicamente o Brasil despertava para o mundo (disso não me lembro muito bem, mas li hoje e acabei concordando), e chorava a partida do eterno Ayrton Senna. Veio o vice de 1998, o penta, 2006, 2010... 



As copas do Mundo! Os estádios sempre cheios, os campos sempre bem cuidados, os estádios incríveis, as cores e a animação da torcida. Com certeza o encantamento era ainda maior ao comparar com os jogos do (bagunçado, nos anos 90) Campeonato Brasileiro, ou ao gauchão. Afinal, ao contrário das Copas, nestes torneios o futebol era ruim, o campo esburacado, os estádios vazios e feios... Mas a Copa era sempre longe, e nunca tive qualquer esperança de estar ao vivo no meio desta festa. Quando anunciou-se que ela ocorreria no Brasil, fui mais um dos milhões que achava impossível a realização do torneio neste país bagunçado, problemático, sem regras. A FIFA com suas milhares de exigências, as obras longe de terminar... nem mesmo estádios teríamos em condições de receber os jogos! Esse era o pensamento há poucos meses do início da competição. Mas e não é que o jeitinho brasileiro resolveu aparecer do lado positivo? Tudo foi acelerado e com a chegada do evento, se nem tudo estava pronto, as condições para que ele acontecesse estavam aí.



É claro que eu não poderia perder a festa. Vários meses antes passei a tentar adquirir os ingressos (com cadastros, sorteios...). Consegui os tíquetes a preços bem razoáveis (baratos mesmo!!), a partir de R$60,00. Posso dizer que fiz parte da festa, e que foram momentos de muita alegria. Pude acompanhar no Beira-Rio, novo e lindo estádio do meu time, os jogos França x Honduras, Holanda x Austrália e Coréia do Sul x Argélia. Foi tudo incrível! Emocionante andar alguns quilômetros com pessoas das mais diversas partes do mundo (além dos torcedores das seleções que jogavam, acompanhavam a caminhada pessoas de muitas outras nacionalidades), que entoavam cantos de alegria, andavam fantasiados e com adereços coloridos, chamativos, alegres... com tudo aquilo que sempre imaginei de uma Copa do Mundo. Os jogos tomavam um segundo plano! O legal era estar em meio às torcidas! Gritar a favor de Honduras, Austrália, Argélia! Comemorar gols de França, Coréia e Holanda. assim mesmo, tudo ao mesmo tempo! Lindo de ver na fileira atrás da minha, dois coreanos ao lado de dois argelinos, todos torcendo pela sua seleção com empolgação e respeito. Copa do Mundo: um mundo de encantamentos que mesmo tornando-se realidade, manteve este patamar!


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Como citei no texto, foi um período mágico. Apesar de ter de viajar várias horas para ir e voltar aos jogos, a empolgação das torcidas valeu cada minuto. Porto Alegre teve o "Caminho do Gol", uma avenida que saía do centro até o estádio Beira-Rio, onde os torcedores andavam até o jogo, fazendo festa, com alegria, roupas com cores de suas bandeiras. Mesmo bem antes do jogo já havia o sentimento bom do esporte. Pero do estádio havia muitos facilitadores prestando informação, o estádio estava lindo, novo, remodelado e estruturado para o grande evento. Gostei muito e aprovei cada momento! Uma pena não ter conseguido ingressos para ver a seleção da Argentina, mas quem sabe numa próxima Copa.

Confira o álbum de nossa passagem nos jogos da Copa 2014:


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Planejamento: Buscando passagens aéreas

Atualmente encontramos diversos sites que prometem o melhor preço em passagens aéreas. Mas basta efetuar uma pesquisa nestes vários sites, para vermos a diferença de preços, mesmo em datas e destinos idênticos. Aqui repassaremos algumas dicas que podem ser úteis no momento de sua busca.

Fonte da imagem: contandoashoras.com

Aqui mesmo no Novo Caroneiro há uma caixa de busca de passagens, ali no menu direito, com preços bem competitivos, da empresa Mundi. Utilize para fazer sua pesquisa e, se for o melhor preço, compre conosco e viabilize a sequência deste blog!

Um dos sites com maior demanda, pelo que vejo, é o Submarino Viagens. Ele possui acordo com as maiores companhias aéreas que atuam no Brasil, apresenta grande diversidade de horários e preços em conta, mas preste atenção, pois no primeiro preço apresentado ainda não estão incluídas as taxas de embarque e os encargos.

Exemplo:
Viagem São Paulo x Roma x São Paulo
Ida: 09 de julho
Retorno: 17 de julho

Preço mais barato na primeira página: R$2.860,75
Preço total: R$3.452,33
Empresa aérea; Delta

O site permite parcelamento sem juros em até 10 vezes no cartão Submarino, e em até 6 vezes no Visa, Master, Amex ou Diners.

O Decolar.com tem muitas ofertas boas também, além de ser outro site confiável. Abaixo utilizaremos o mesmo exemplo utilizado no Submarino Viagens, como exemplo:

 

Preço mais barato: R$3.367,00 (ou, como diz no site, US$939,00 e cotação de R$3,05).
O site permite parcelamento em 6 vezes, nos cartões Visa, Master e Amex.

Outro site muito bom para a busca de passagens aéreas, que conheci em nossa viagem para a Europa - e que lá encontra vôos muito baratos - é o Skyscanner. Ele efetua a busca em sites parceiros de viagens e diretamente nos sites das companhias aéreas. No nosso exemplo, encontrou o seguinte:

Preço mais barato: R$3.099, 52
Empresa Aérea: Ethiopian. Pagamento apenas à vista.

Além da busca em sites de operadoras ou de busca, pode-se efetuar a pesquisa diretamente no site da empresa aérea. Neste modelo várias vezes consegue-se um valor mais baixo, ao aproveitar-se a promoção da transportadora e evitando a comissão do atravessador.Por outro lado, podemos perder as tarifas mais baixas, já reservadas pelas operadoras.

Vamos ainda usar o mesmo exemplo, mas agora nos sites das companhias:

TAM: R$5.710, 51
Iberia: R$4.641,16
Tap: R$4.563,23
Alitalia: R$5.379,30

Após estas pesquisas, para este exemplo específico, considerando os destinos e datas, os preços em buscadores ficou muito mais em conta. Mas isso nem sempre ocorre.

Outro aspecto a ser levado em conta, é a possibilidade de múltiplos destinos, em caso de viagens mais complexas (como passeios pela Europa, ou EUA). Alguns sites permitem esta prática (como Iberia e Decolar.com), o que acaba barateando a viagem, já que não e necessário voltar ao destino da primeira perna da viagem para embarcar de volta à  origem.

Múltiplos destinos - Iberia

Ficou claro que a pesquisa é essencial. Em nossa pesquisa simplificada, o preço mais barato ficou em torno de R$3.100,00 e o mais caro em R$5.400,00. Imagina quantos passeio se faz com esta diferença de valor!!! Além dos sites diferentes, busque datas diferentes. Às vezes indo um dia antes ou depois, e/ou com alguma flexibilidade na volta, pode-se conseguir preços bem mais baratos (por exemplo, numa busca no site da Alitalia, com partida em 12/07 no lugar de 09/07, o preço já ficaria cerca de 400 reais mais caro).

Recomendo ainda a visita ao blog Melhores Destinos (clique para ir até lá), que quase diariamente publica listas de promoções de passagens, com muitos destinos no Brasil e exterior. Confere lá!



UPDATE 1 (18.04.2015):

O Skyscanner está divulgando um serviço para quem tem flexibilidade em sua viagem, seja de data, seja de destino. Agora é possível selecionar o aeroporto ou região de origem e digitar "qualquer lugar" no destino, visando encontrar as passagens mais baratas que partem para qualquer lugar! Além disso, na escolha de datas há os botões "Toda a semana", "Todo o mês" e "Todo o ano", para que o sistema de busque efetue a procura em todas as datas do intervalo, tando na ida quanto na volta. Se você tem flexibilidade e quer pagar menos, esta é uma ótima dica!

domingo, 12 de abril de 2015

EVENTO - Volvo Ocean Race - Itajaí Stopover

Viajamos para Navegantes na última semana para irmos ao Beto Carrero World com nossos compadres e familiares. Indo ao litoral catarinense, viajando mais de 500km, naturalmente veio o desejo de comer camarão, peixe... enfim, frutos do mar. Atravessamos o ferry boat, que liga a cidade de Navegantes à cidade de Itajaí, para irmos a algum restaurante na Avenida Beira Rio (onde há vários bons restaurantes). Ao andar por ali, vimos uma movimentação nos Centro de Eventos da cidade. Observamos que havia algum evento, e que não havia cobrança de ingresso... logo entramos pra ver o que era.


O evento era o Volvo Ocean Race, do qual Itajaí é o ponto de parada na América do Sul. Bom, o Volvo Ocean Race trata-se de uma regata esportiva, que dá a volta ao mundo, com paradas nos vários continentes. A prova, que ocorre a cada três anos, é patrocinada atualmente pela Volvo, que batiza a prova. A competição iniciou na Espanha, passou pela Ásia, África, Oceania, está agora no Brasil e ainda irá aos Estados Unidos e finalmente de volta à Europa. Em cada parada há os "Stopovers", que são dias de descanso para os velejadores, além de ponto de apoio para manutenção aos veleiros.


Além da área técnica da prova, estas paradas (ou pelo menos em Itajaí) agregam feira de produtos náuticos, mostra de patrocinadores, jogos, praça de alimentação, além de divulgação do evento. Dentro do pavilhão há a feira, com comercialização de barcos e equipamentos náuticos, móveis, equipamentos para casa, bijouterias e equipamentos esportivos. No exterior, em estrutura muito bem montada, há a praça de alimentação (com muito chopp Heineken), demostração de automóveis da Volvo (com possibilidade de mini tests drives), telão com informações da prova... Algo bem interessante é um jogo da habilidade no uso de retroescavadeira da Volvo, com ranking mundial. Em cada stopver é medido o tempo dos jogadores que concluem a prova, e as marcas ficam numa tela.


Além disso tudo, há ainda um pavilhão com mostra de carros, caminhões e equipamentos da Volvo, jogos de pilotagem de iates, explicações sobre a prova.

Achamos o local meio por acaso, mas vale bastante a pena ir visitar. Pela estrutura, por tratar-se de um evento diferente, um público diferente e uma marca não tão difundida no país.



Confira o álbum do Volvo Ocean Race - Itajaí Stopover:


sábado, 11 de abril de 2015

MEGAPOST RIO VII (Final) - Niterói

Saindo do município do Rio, um pouco pela curiosidade de conhecer as barcas, a Lis me convidou para ir até Niterói. Fiquei surpreso com o tamanho do barco que vai até lá e com a quantidade de pessoas que usa o serviço de transporte. Mesmo não sendo em horário de pico, havia muitas pessoas embarcando e, mesmo assim, o barco ficou bem vazio! A barca, no meu ponto de vista (e por não estar super lotada) é bem confortável, com bons bancos, sanitários, bar/cafeteria... bem tranquilo. A travessia não é muito demorada, e apresenta belas vistas do litoral, da ponte Rio-Niterói e foi bem proveitosa.
Vista interna da barca

O desembarque se dá no centro de Niterói, bem perto de um shopping center. A Lis já havia estado aqui onde visitou o Museu Niemeyer. a lembrança ela era que o local não era tão longe e que seria possível ir a pé. Depois de algumas voltas sem achar o caminho correto, e derretendo de calor, pegamos um táxi perto do shopping... a corrida deu menos de R$20,00. A vista de lé é lindíssima, com o prédio em arquitetura de "disco voador", que se destaca muito.

Museu Niemeyer

Do museu Niemeyer (que visitamos apenas por fora), resolvemos voltar andando até as barcas... o calor pediu algumas paradinhas pra tomar uma cerveja bem gelada. E como a sintonia era perfeita: sede, calor e gelada!  Cabe ressaltar que na orla de Niterói há vários outros prédios projetador por Oscar Niemeyer, que também valem a visita. Há um roteiro intitulado Caminhos de Niemeyer, que passa por estas obras.


O passeio por Niterói foi bem rápido, mas bem proveitoso. Conheci as barcas, o clima da cidade e belas paisagens. Leva o selo de Vale a Pena de Caroneiro!

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terça-feira, 7 de abril de 2015

MEGAPOST RIO VI - Pão de Açúcar

No Rio de Janeiro pudemos ver Pão de Açúcar pra todo o lado. Em qualquer parte tem uma loja da rede se supermercados... piada infame a parte, isso é verdade, há muitos destes mercados pela cidade. Mas o Pão de Açúcar que dá nome a eles tem um só. E é incrível.


Como de costume, nos deslocamos até lá de transporte público. Ônibus bem tranquilo, sem tanta zoeira. O ponto fica localizado em uma área bem militarizada, o que passa um pouco mais de segurança. mas é sempre bom estar atento.


O passeio começa pela Praia Vermelha, que é bem pequena, mas nem por isso menos bonita. Ali há o terminal de teleférico, digamos assim, onde se embarca para uma viagem de duas pernas com os famosos bondinhos. A primeira nos leva até o Morro da Urca, e a segunda parte vai até o Pão de Açúcar. A viagem entre um ponto e outro leva cerca de três minutos. O passeio ocorre a uma altura máxima de quase 400 metros, então quem tiver medo de altura pode sofrer um pouco - como eu. Mas o teleférico é totalmente seguro, assim como o topo dos morros. O trajeto é feito em pé, em bondinhos envidraçados, mas que podem ser bem cheios.


Lá do alto a vista é deslumbrante. Tem-se uma vista em 360 graus de boa parte do Rio de Janeiro. E o Rio de Janeiro visto do alto é uma cidade ainda mais maravilhosa. Mais um ponto onde se vê a perfeição do contraste da cidade com o céu e o mar. Além da belíssima vista, no alto dos morros há toda uma estrutura com bares, lojas, espaço para eventos, espaço histórico (onde se vêem os primeiros bondinhos e parte dos motores). Estrutura de primeira linha, diga-se de passagem. Como a visita se dá do alto, é inteligente evitar ir em dias com neblina, já que toda a vista estará encoberta.



Atualmente o valor do ingresso é de R$62,00 para adultos a partir de 22 anos de idade, R$31,00 para pessoas entre 6 e 21 anos, e grátis para menores de 6 anos. Apesar de um pouco salgado para os padrões brasileiros, a vista paga este investimento com sobras!

Para informações sobre o passeio, acesse o site oficial do bondinho, clicando aqui.

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