Paris, a Cidade Luz

Cidade que respira cultura e transpira os odores de sua mundialmente famosa gastronomia

Holanda: liberdade e tradição lado a lado

O encantador país que mantem suas tradições, mas também demonstra toda a modernidade do primeiro mundo

Gramado: um pedacinho da Europa no Rio Grande do Sul

O destino turístico mais procurado do RS atrai o público com suas infinitas belezas e atrações, não só no inverno

Sim, o Rio de Janeiro continua lindo

Uma cidade exuberante que, apesar dos problemas, nos encantou

Uruguai: tradição, tranquilidade e amabilidade

Nosso irmão menor mostra sua face tranquila, suas belezas naturais e cultos à tradição

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Onde ver Paris do alto

Paris é uma cidade incrível! Tem atrações para serem devoradas por semanas, sem parar. A capital francesa tem uma grande vantagem para quem gosta de bater perna: ela é praticamente toda plana! E isso nos leva a outra forma de ver a cidade: do alto de prédios e monumentos históricos.

Para facilitar a sua vida nesse momento, listamos os melhores locais para se observar Paris de cima:

1. Catedral de Notre Dame

A Catedral de Notre Dame habita os sonhos infantis, após conhecer-se a história do Corcunda de Notre Dame. A visita a Paris nos dá a chance de dar vida para essa fábula. Primeiro ao visitar a igreja, que tem uma fachada belíssima, cheia de detalhes que podem ser admirados por muito tempo. Segundo pelo interior da igreja, que também é repleto de belezas em seus vitrais e imagens. Para completar a transformação do sonho em realidade é necessário um pouco de esforço. São cerca de 400 degraus que levam até os gárgulas que por tantos anos ficam observando a Paris ao longe.

Como a Catedral de Notre Dame fica bem próxima ao centro de Paris, a vista é belíssima. Observa-se o movimento das ruas, os barcos cruzando os canais, a Torre Eiffel ao fundo. Apesar de cansativo, cada degrau subido vale a pena, pois realmente é incrível ficar admirando a Cidade Luz do topo de Notre Dame.

Ingresso: visita à Catedral é gratuita. Para subir às torres paga-se entre 8 e 10 euros, e aguarda-se vários minutos, já que a fila costuma ser grande e há limite de pessoas simultaneamente no topo da igreja.

2. Arco do Triunfo
O Arco do Triunfo é um dos monumentos símbolos de Paris. Originalmente construído para a comemoração de batalhas vencidas, hoje dá lugar a comemorações políticas e esportivas. Além de todo o lado histórico (há várias menções a batalhas vencidas em suas paredes, além de abrigar o túmulo do soldado desconhecido), o Arco do Triunfo tem uma das mais belas vistas da capital francesa. Do alto do monumento é possível acompanhar o ritmo parisiense, já que está localizado junto a uma das mais famosas ruas do mundo, a Champs Elisées. Além disso a vista do Arco do Triunfo é panorâmica, podendo-se observar todos os lados da cidade. Através de alguns telescópios é possível buscar os pontos de interesse e ter pelo menos uma noção da distância deles.

Ingresso: entre 10 e 12 euros. O acesso é bem tranquilo, apesar do grande número de turistas que busca a visita.

3. Torre Eiffel
Visitar a Torre Eiffel é a realização de um sonho. Até por isso esta foi nossa primeira visita na capital francesa, logo depois de deixar as malas no hotel. Num segundo momento voltamos até ela para ter a magnífica vista do alto deste monumento. E a vista é incrível. Como a Torre é muito mais alta que quase qualquer ponto de Paris, temos a vista de toda a cidade. A Torre oferece dois níveis para a observação da cidade. O primeiro fica a cerca de 115 metros de altura (pode ser acessado através de escadas ou elevador) e o mais alto fica a 276 metros do chão (acessado por elevador).

Há muitos turistas que sobem ao topo da torre, já que este é o monumento mais visitado no mundo. A vista é magnífica e, para tornar o momento ainda mais romântico, há um bar que vende champanhe lá no alto.

Ingresso: 15 euros para adultos subirem até o topo.

4. Sacre Coeur
A Basílica de Sacre Coeur está localizada no alto de um dos poucos morros de Paris, no animado bairro de Montmartre. Pelo simples fato da capital francesa ser praticamente plana e a Basílica estar no alto do morro, a vista panorâmica da cidade se faz encantadora. As escadarias da Igreja viram arquibancadas para se contemplar a cidade. Muitas pessoas (turistas e nativos) vão para lá durante a tarde curtir a vista. Além disso, shows de locais são bem comuns nas escadarias, o que anima ainda mais o ambiente.

Ingresso: grátis. Pode-se pagar o furnicular para subir o morro, mas também é possível chegar até lá andando.

5. Torre de Montparnasse
Fonte: Divulgação - site da empresa
O mais alto edifício de Paris abre as portas para uma vista privilegiada. De seu 56º andar (onde chega-se em um elevador que leva apenas 38 segundos para fazer o trajeto) a vista é incrível. Paris vista de outras perspectivas. De todas as dicas, esta foi a única que não visitamos, mas pelo que consta, vale a pena fazer o passeio. Também é possível aproveitar a subida e fazer uma refeição num restaurante com a mais bela vista da cidade.

Ingressos: pra uma subida, 15 euros.Há uma promoção para duas subidas (para ver a cidade durante o dia e durante a noite), por 20 euros e pode ser usado durante 48 horas.

Para mais dicas de Paris, clique aqui!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Heineken Experience, Amsterdam


Simplesmente uma das maiores cervejarias do mundo abrindo suas portas para o mundo. Este poderia ser um resumo do que se trata a Heineken Eperience, em Amsterdam. Mas é claro que é muito mais que isso. A Heineken Experience, instalada em uma antiga fábrica da cervejaria holandesa, tenta trazer ao visitante aquilo que importa para a marca: a qualidade dos ingredientes, sua história vencedora, os locais onde ela quer ser vista e a descontração que ela oportuniza.

Localização


Há cerca de três quilômetros de Centraal Station, é muito fácil chegar à Heineken Experience. O trajeto pode ser tranquilamente feito a pé, ou através do transporte público, utilizando os trams (bondes) de número 16, 7, 10 ou 4. A Heineken Experience não fica muito distante de outros pontos de visita obrigatória, como o Vondelpark ou o Museu Van Gogh.

Ingressos e horários

O ingresso para a visita normal (aque nós fizemos) custa 16 euros para adultos. Crianças agam 12,50 euros e não podem degustar o produto. Há outras opções de visitas, que podem ser acessadas aqui.

O horário de visitação, de segunda a quinta-feira ocorre das 10h30min às 19h30min (acesso até 17h30min). De sexta-feira a domingo, o horário é das 10h30min às 21h (acesso até às 19h). Nos meses de julho e agosto, o horário é estendido durante toda a semana. Para informações adicionais, acesse aqui.

Um dos locais preferidos pelos jovens em Amsterdam (ao lado destes outros dos quais falamos em outra postagem), a Heineken Experience merece ser visitada. Mas é bom se programar: quando fomos, chegamos no final da tarde e só nos deixaram entrar, apesar da fila, pois tínhamos comprado o ingresso antecipadamente pela internet. Por ser uma cervejaria tão reconhecida, o número de visitantes é muito grande.

Logo após o acesso ao prédio, temos a parte histórica da visita, que apresenta os rótulos antigos da cervejaria, os valores da empresa e a forma de preparação deste líquido precioso. Pode-se, inclusive, conhecer cada etapa da preparação e degustar a cerveja ainda não pronta... e antes de concluída ela é horrível! Há vários equipamentos antigos que foram usados na produção da cerveja e que hoje servem para apresentar o produto aos visitantes deste museu. Há muitas luzes, muitos vídeos, em um ambiente que consegue reunir a história e a tecnologia.

Conforme passa-se pelas intalações, fica mais evidente onde a marca quer ficar casada. São espaços alusivos ao futebol - a Heineken é há anos a patrocinadora da Uefa Champions League, maior compatição de clubes do mundo, a música - patrocina vários festivais de peso e a tecnologia e envolvimento com os fãs da marca. São muitos cenários para fotos e um espaço em que o visitante passa a fazer parte de um filme com temas holandeses (que depois pode ser enviado por e-mail).

Para finalizar a visita, somos direcionados a um bar, em que os balcões são em formato da estrela vermelha que estampa o logotipo da Heineken, para aprendermos a servir e a provar a cerveja. Se bem que com tanto sabor, e de tão conhecido este paladar, a aula de degustação nem é tão necessária (principalmente por ser em holandês...). Depois das demonstrações, somos levados ao bar oficial da Heineken Experience, um ambiente super descolado, com grande número de jovens, principalmente europeus, que aproveitam o ambiente para brindar com os amigos e paquerar. Ah! Para ficar ainda melhor, o ingresso dá direito a dois copos de cerveja e uma tulipa de recordação.

Para saber mais:

Site oficial da Heineken Experience
Blog Apaixonados por Viagens
Blog O que se faz

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Museu de Ciências e Tecnologia da PUC-RS, Porto Alegre


Localizado em Porto Alegre, o Museu de Ciências e Tecnologia da PUC (Pontifícia Universidade Católica) é um daqueles locais cuja visita deveria ser obrigada quando se está na escola. Com suas exposições, fica muito mais fácil de se entender toda a teoria que é passada pelos professores na sala de aula.

Localização

O Museu de Ciências e Tecnologia da PUC está localizado na avenida Ipiranga, 6.681, no bairro Partenon, na capital gaúcha (mapa abaixo).


O local disponibiliza estacionamento aos visitantes, disposto em várias áreas do campus universitário, com valores disponíveis aqui. Para quem parte do centro da cidade, há várias linhas de ônibus e lotações que param na frente do prédio do Museu (consulte aqui, por logradouro, inserindo Ipiranga, Av). Em nossa visita, permanecemos lá por cerca de quatro horas e, no estacionamento descoberto, pagamos R$12,00.

Ingressos

Valor normal: R$28,00
Meia entrada: R$14,00, pra estudantes, professores, diplomados pela PUC, menores de 15 anos, maiores de 60 anos
Ingresso adicional necessário para o planetário inflável, ao valor de R$5,00
Os ingressos são adquiridos na bilheteria, na entrada do Museu. O pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartões de crédito e débito. Após a compra do tíquete, são permitidas saídas e regressos, desde que a pulseira (que permite os acessos) não seja danificada.

O Museu

O Museu de Ciências e Tecnologia da PUC-RS é um local onde todas as teorias aprendidas na escola são colocadas em prática. Várias das teorias apresentadas pelos professores de física e química estão ali, em experiências interativas e que agregam ainda mais conhecimento, além de facilitar a compreensão de como as coisas realmente acontecem no mundo. O Museu é dividido em três andares (ou arenas), e nestes há várias exposições. Algumas são permanentes, outras temporárias.

Já na chegada ao Museu, antes ainda da porta de entrada, somos recebidos por um dinossauro! Isso mesmo, ali do ladinho da porta há uma réplica do Carnotauro recepcionando o visitantes. Isso já nos deu a temperatura do que esperar lá dentro. Logo após a porta de entrada, há a bilheteria, onde nos explicaram um pouco sobre a visita e que pode-se entrar e sair do local quantas vezes quiser, desde que a pulseira que dá acesso ao prédio não seja rompida. Depois disso, foi pura ciência!

Os atrativos do MCT em muitos casos exigem a participação do visitante para se tornarem completas. No primeiro andar do prédio encontramos uma área destinada a crianças menores, onde estão expostos alguns animais empalhados, alguns microscópios mostrando em detalhes os insetos, além de haver bancadas para desenho e computadores com jogos educativos. Ainda no primeiro andar, ou Arena 1, um dos grandes destaques é a ossada de baleia que fica pendurada e que pode ser vista de todos os ângulos de praticamente qualquer ponto do Museu. Também neste setor encontramos algumas experiências, como a que prova a rotação da Terra (O Pêndulo de Foucault), simulação com a dilatação de metais e uma que simula a força gravitacional. Esta última trata-se de um equipamento em que o visitante entra na brincadeira (se tiver entre 1,40m e 1,80m - fiquei de fora!) e pode ficar girando num globo! Ainda neste setor, em decorrência dos Jogos Olímpicos, havia uma mini pista de atletismo, onde poderíamos simular a largada de uma corrida, onde era medido nosso tempo de reação na largada e velocidade atingida. Fui muito bem nesta simulação, quase um Bolt!

No segundo andar, além de termos uma visão panorâmica do andar inferior, pudemos participar de outras experiências e adquirir ainda mais conhecimento. Começamos utilizando o poder da mente para mover uma bolinha pela mesa. Isso mesmo, através de computadores e equipamento ligado em nossa cabeça, emitimos ondas que movimentaram uma pequena esfera pela mesa. Demais! Logo depois há um setor destinado ao corpo humano, com manequins mostrando ossos, músculos, além de conhecer-se o processo de fecundação e várias fases do feto. Também há uma exibição das várias deficiências visuais cotidianas, como miopia, astigmatismo e daltonismo, onde pudemos ver a diferença da visão dos portadores de cada uma delas. Há, também, algumas experiências de coordenação e de lógica por aqui. Na Arena 2 há, ainda, uma sala que trata da arqueologia, mostrando vários itens encontrados em experiências da Universidade.

No segundo andar do Museu de Ciências e Tecnologia da PUC-RS há exposições belíssimas que tratam do mundo. É apresentada a perspectiva dos planetas e várias informações sobre o planeta Terra. Um dos equipamentos mais legais é o Globo Mágico, que trata-se de um globo terrestre repleto de informações e que reflete estas informações no planeta. Por exemplo, as buscar-se sobre as nuvens no mundo, elas são exibidas, se buscarmos pelos ventos, as correntes aparecem sobre a terra. Muito bonito e super didático. Além disso, neste setor do Museu, há exposições sobre a formação dos continentes, sobre terremotos (com um terremoto de verdade!), vulcões, marés, redemoinhos... tudo que impacta nossa vida cotidiana. Aqui, ainda, há mostra de pedras preciosas (inclusive com aparelho que mede a radiação delas) e um setor destinado à fauna.

Na Arena 3, último nível do Museu, existe uma exposição sobre a geração de energia e uma casa inteligente, que se propõe a utilizar melhor nossos recursos. Exemplificando a geração da energia, há uma série de motores diferentes, exposto em detalhes e que demonstra seu funcionamento. Ainda sobre energia, há experiências que podem ser realizadas, como o levantamento de peso utilizando-se roldanas ou ângulos diferentes na puxada. Há uma cadeira que "levita" graças ao poder do motor que aspira o ar, demonstra-se o poder do ímas ao parar uma bicicleta, dentre várias outras demonstrações práticas. Também neste andar do museu há um espaço com brincadeiras, como quebra-cabeças e jogos de raciocínio. Durante nossa visita estavam expostos vários insetos e demonstrava-se como os pesquisadores fazem para catalogar e diferencias estes animais. Por aqui, ainda, ocorria uma exposição sobre investigações criminais e o auxílio que a ciência dá para achar-se o culpado. Em espaço intuitivo, somos convidados a auxiliar a investigação do roubo de um osso de dinossauro do Museu.

O Museu apresenta algusn itens que chamam ainda mais a atenção. Um deles é a esfera que emite raios elétricos coloridos. Conforme você aproxima a mão, eles se direcionam para ela, formando belíssimas cenas. Em alguns momentos do dia há a apresentação do show de eletromagnetismo, momento em que a criançada coloca suas mãos em um gerador e com o poder da eletricidade os cabelos ficam em pé! É bem legal ver os cabelos virados completamente para o céu. Outra dica bem legal é participar do plantário inflável (ingresso adicional de R$5,00). Dentro de uma espécie de iglu inflável, completamente escuro, é apresentado o céu noturno de Porto Alegre e são dadas muitas explicações sobre estrelas e constelações. Vale a pena.

Por ter toda esta gama de experiências e por mostrar a teoria da sala de aula na prática, o Museu de Ciências e Tecnologia da PUC-RS é muito procurada por escolas. É normal estar visitando o Museu enquanto excursões escolares estejam por lá também. Um passeio destinado não só para as crianças, mas também aos adultos, já que adoramos conhecer este lugar.

Para saber mais:
Vida de Turista
Repensando Museus

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Da vida real para livros e filmes: Amsterdam

Ah, Amsterdam! Dos canais, das bicicletas, dos bondes. Capital cultural. Cidade cheia de novas tendências! Linda, limpa e cheia de vida! Amsterdam, com tantos predicados, inspira até hoje meus dias. Mesmo vários meses depois de ter estado nesta cidade, ainda lembro claramente de tudo que vivi por ali, em tão poucos dias. Mas felizmente esta experiência acaba se renovando, a cada vez que leio um livro, ou vejo um filme com cenas que se passam nesta cidade. Amsterdam e sua história, ou suas belezas, está gravada em obras que passaram a me acompanhar depois de conhecê-la pessoalmente.

Gostei tanto da cidade que tudo o que fale nela passou a chamar minha atenção. Sites, estatísticas, personalidades holandesas, Heineken, futebol... tudo que venha da Holanda me chama a atenção. E o mesmo ocorre com dois temas importantes: literatura e cinema.

Não por acaso após nossa passagem por lá, comecei a ler alguns livros que contam histórias passadas na cidade. Eu, que conheci a Casa de Anne Frank sabendo apenas o resumo da história, contada pela Lis, tive a obrigação de conhecer a fundo todo o terror passado pelos judeus durante o holocausto e, em especial, pela família Frank. A leitura do Diário de Anne Frank tornou-se obrigatória na chegada ao Brasil. E a missão foi cumprida pouco tempo após o desembarque.

É engraçado como alguns fatos passam a nos perseguir quando gostamos muito de algo, ou de algum lugar. Depois da viagem, não consigo contar quantas vezes assisti ao filme A Culpa é das Estrelas. Parece que esse filme sempre está passando em algum canal e, como mostra muitos lugares de Amsterdam por onde estivemos, acaba prendendo minha atenção. E é muito bom ficar de olho na tela lembrando que estivemos nessa rua, ou que passamos por este outro local, ou que nosso hotel ficava na quadra seguinte de onde esta cena foi gravada.
Cena do filme "A Culpa é das Estrelas". Divulgação.

Amsterdam reúne em um espaço geográfico pequeno muita informação, muita cultura e costumes diferentes que fica difícil se desvencilhar de lá, de não querer repetir o tempo passado por lá. Graças aos livros, filmes, documentários, a experiência é enriquecida mesmo a distância.

Para mais informações sobre Anne Frank e sua história, clique aqui.

Para mais informações, ou para assistir ao filme A Culpa é das Estrelas, clique aqui.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Eco Parque Cia Aventura, Nova Roma do Sul, RS

Em minha primeira passagem profissional por Caxias do Sul, a empresa onde trabalhava resolveu fazer uma festa de final de ano diferente. Trocou-se o jantar seguido de amigo secreto por uma viagem, repleta de diversão e aventura. Um dia inteiro no Eco Parque Cia Aventura. O parque, localizado em um município de cerca de quatro mil habitantes, na serra gaúcha, chamado de Nova Roma do Sul, encanta por suas belezas naturais, infra-estrutura e cordialidade no atendimento.

O Eco Parque teve seu início no ano de 2002, quando passou a oferecer passeios com rafting pelo Rio das Antas.A partir do ano 2008, já muito mais estruturado, passou a oferecer um passeio completo, unindo diversas atrações em seu complexo. A cada passar de ano evolui as experiências de seus visitantes, graças a sua especialização e acompanhamento de equipe qualificada vinda de diversos países.

O Cia Aventura, além de uma grande beleza natural, que engloba bosques, cachoeiras, riachos, desfiladeiros, possui em sua área algumas intervenções humanas. Os muros de pedra dão um charme para a propriedade. Além deste lado natural, o Eco Parque possui uma estrutura bem completa, com restaurante, vestiários, área de camping e pousada, propiciando momentos que unem experiências novas e conforto.

Mas claramente o que mais atrai tristas são os esportes de aventura oferecidos por lá. No complexo do parque pode-se desfrutar de diversos níveis de adrenalina. O passeio pode começar com um rafting pelo Rio das Antas, seguido por um complexo de obstáculos nas trilhas do arvorismo. Para animar um pouco é possível passar pela tirolesa a 80 metros de altura, ou então fazer um rapel a 65 metros do solo. Para quem for ainda mais ousado, há um pêndulo, onde o visitante fica "voando" a beira de um precipício de 100 metros de altura, ou saltar no bungee jump, iniciando a queda a 65 metros do solo...

Se a aventura forte não for exatamente a sua praia, o Eco Parque Cia Aventura, em Nova Roma do Sul, oferece algumas atrações mais relaxantes, como passeios de cavalo, floating, quadriciclo e o kart-cross. E para haver um clima sadio de competição, nada melhor do que encerrar o dia em uma bela disputa de paint ball, em um circuito cheio de esconderijos e com equipamentos que garantem a segurança dos jogadores. Além disso tudo, no Eco Parque há a mostra de alguns animais silvestres já domesticados, como tucanos, araras, caranguejeiras e obras. As cobras e aves podem ser tocadas e seguradas!

Vale muito a pena desviar um pouco o roteiro tradicional da uva e vinho e passar um dia por aqui.

Serviço
Eco Parque Cia Aventura
Linha Paranaguá, 630, Zona Rural, Nova Roma do Sul, RS
(54) 3822 2994
http://www.ciaaventura.com.br/

terça-feira, 12 de julho de 2016

Avaliação: British Airways

Nosso primeiro voo transatlântico ocorreu no início de 2015, quando partimos de São Paulo para Amsterdã, com uma pequena parada em Londres, para troca de aeronave. Após uma longa procura pelos preços mais baratos nas passagens, compramos todos os trechos que precisávamos (São Paulo x Amsterdã x Paris x São Paulo) no site da empresa aérea Iberia. Já no momento da compra ficamos sabendo que quem operaria nossos vôos (com exceção do último trecho) seria a British Airways, e é de quem falaremos agora em nossa avaliação.
Avaliação da British Airways, por novocaroneiro.com

Já citei que procuramos muito pelos preços mais baixos, e isso nos levou diretamente à classe econômica. E seriam várias horas sentadinhos esperando o tempo passar, os quilômetros ficarem para trás para a nossa tão esperada chegada ao Velho Continente. Torcemos bastante para que o avião fosse bom, confortável, com opções de entretenimento e sem pessoas do lado de nosso banco. Bom, em partes nossas expectativas foram supridas.
Avaliação da British Airways, por novocaroneiro.com

Ao entrar no avião, me deparei com muitas poltronas (algo que eu não esperava). Três poltronas nas laterais e mais quatro no centro. Tudo bem, escolhemos janelas, então iríamos na lateral. Apesar da torcida de não haver ninguém de nosso lado, havia, mas não chegou a incomodar. A aeronave, mesmo não parecendo ser das mais novas da empresa, era confortável (como uma classe econômica consegue ser), com boas poltronas (com um bom sistema de apoio pra cabeça), espaço para as pernas suficiente para não serem esmagadas. Felizmente havia central multimídia, com ótimas opções de filmes, dentre eles um ótimo com Brad Pitt, chamado Fury (saiba mais). Além dos filmes (alguns dublados e vários legendados em português), dava pra ir acompanhando a viagem através de um mapa na telinha, bem interessante.
Avaliação da British Airways, por novocaroneiro.com

Durante o percurso, que ocorreu do início da noite ao amanhecer, foram servidas refeições boas, sempre com duas opções de cardápio, além de vinho e sucos. Durante o voo as comissárias ficavam, ainda, servindo café e chá. Pouco antes da chegada em Londres foi servido o café da manhã. Todas as refeições eram compostas por produtos ingleses, desde a água mineral ate o horroroso suco de tomate!
Avaliação da British Airways, por novocaroneiro.com

Nos vôos internos na Europa, a British Airways utiliza-se de aviões semelhantes aos encontrados no Brasil, com tamanho menor, mas com conforto e ótimo atendimento (prioritariamente em inglês, mas sempre com algum comissário que fale espanhol ou português durante nossos trechos).
Avaliação da British Airways, por novocaroneiro.com

Gostamos da experiência de ser clientes British Airways e recomendamos a empresa para suas viagens. Com sede em Londres, normalmente a companhia faz conexões no aeroporto de Heathrow.

Site da empresa: http://www.britishairways.com/

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Deu ruim! Blogagem coletiva de perrengues de viagens

Esta é uma blogagem coletiva, momento em que diversos blogueiros amigos discorrem sobre o mesmo tema. Dessa vez é a hora dos Pequenos Grandes Viajantes contarem seus perrengues ocorridos durante as viagens. Tem cada caso... Abaixo contamos algumas das situações - que na hora pareceram trágicas, mas que hoje já são cômicas - pelas quais passamos. No final de nossas histórias há uma série de outros blogs com seus causos ruins. Prestigie!

1. Na contramão em Montevidéu
Chegar em um país estrangeiro, mesmo que próximo, nos obriga a entender uma série de convenções diferentes das quais estamos acostumados. E dirigir fora do país é, também, um desafio. Em nosso primeiro dia na capital uruguaia, ainda estava me acostumando com as sinaleiras (semáforos) que ficam em pequenos postes bem na quina da esquina. Como quase todas as ruas centrais são de mão única, fui contando: "se a próxima vai pra direita, a segunda irá para a esquerda...". Mas nesse caso haviam duas ruas seguidas para o mesmo destino, não vi a sinaleira e acabei pegando a contramão bem no centro da capital do Uruguai!! Felizmente era domingo e o trânsito estava bem tranquilo... e também nenhum policial viu a barbeiragem!
A sinaleira é tão baixinha, que um ônibus a encobre!

2. Uma hora de caminhada com malas para encontrar o hotel a 200m da estação
Em nossa viagem a Paris escolhemos o hotel a dedo, por estar bem próximo a uma grande estação de trens, a Denfert-Rocherau. Nosso hotel ficava a cerca de 200 metros da estação. Obviamente fomos até lá de trem, e depois seguiríamos a pé, mesmo com duas malas grandes, já que era tão perto. Mas que nada! Andamos em círculos procurando o hotel e não encontrávamos de jeito nenhum. Para piorar, o hotel tinha o nome de uma outra estação de trens da região: Villa Montparnasse. Ao pedirmos informações, provavelmente as pessoas só entendiam o Montparnasse e nos guiavam até a estação homônima... Depois de um bom tempo duas policiais nos entenderam e disseram que estávamos a cerca de duas quadras do hotel. Mesmo no inverno europeu, suamos com aquelas malas neste dia!
Estávamos mais ou menos assim... mas essa foto foi em Rotterdan

3. Motor do carro fundido no topo do morro
Esta aconteceu na cidade de Itajaí, em Santa Catarina. Minha namorada na época (e atual esposa) morava em Navegantes, cidade vizinha a Itajaí. Viajei para lá com minha mãe e um amigo (Roberto), e a Lis deu a sugestão de subirmos o Morro da Cruz, de onde teríamos uma linda vista da região. Pegamos nosso Fiestinha véio de guerra e subimos o morro, em primeira marcha... foi de mais para ele, que por lá mesmo ficou! Tivemos de chamar um guincho e descer embarcados no Fiesta, em cima do guincho. Mico total!
Pelo menos a vista valeu a pena.

4. Maconha forte em Amsterdã
Estando em um lugar diferente, aproveite as oportunidades e se integre à cultura local. Um dos lemas que os viajantes devem seguir, na minha opinião, para o passeio tornar-se mais rico. Em Amsterdã, resolvemos provar a marijuana, para estar bem no clima festivo local. Após algumas tragadas, no entanto, minha pressão caiu bruscamente... e eu também! Desmaiei no meio da galera na Red Light District! Depois de alguns segundos caído, acordei assustado e, no inverno holandês, achei ter caído dentro de um dos canais! Menos mal que a segunda parte foi só minha imaginação. Queria acabar de fumar o cigarro, mas a Lis não deixou!
Obviamente não foi essa a maconha culpada!

5. A cerveja nos fez perder o ônibus
Certa vez, quando morava perto do litoral catarinense e ainda não tinha carro, recebi a visita de uns amigos (André e Roberto - o mesmo da história do Fiesta). Resolvemos que seria uma boa ir até a praia, tomar umas cervejas e jogar conversa fora num ambiente mais legal. Lá fomos, de ônibus. Tomamos algumas e quando resolvemos voltar para casa, o último ônibus já havia partido! Das várias opções que pensamos para resolver o problema, ficar em um hotel ficou fora de cogitação pelo preço.. ficar ao relento aquela noite também não era uma ideia muito legal. Por sorte achamos o telefone de uma taxista que nos levou pra casa, num preço bem camarada! Ufa!


Para se deliciar com mais alguns perrengues, visite os blogs parceiros abaixo, e ria da desgraça alheia:

Casal Califórnia - Perrengues de Viagem: muitas histórias para contar 
Destinos por onde andei... - Tax Free, nunca mais embarco nessa canoa furada
Pequeno Grande Mundo - O dia em que quase fui atropelada por um elefante
Vida de Estrangeira - Perrengue na Turquia
Ligado em Viagem - Nosso de "Kit Viagem" para evitar perrengues
Foco no Mundo - Os piores perrengues das minhas viagens
Felipe, o pequeno viajante - Coletânea de perrengues do pequeno viajante 
Atravessar Fronteiras - Perrengue total na união entre cinzas vulcânicas e Aerolineas Argentinas
Despachadas - Coletânea de Perrengues de viagem Despachadas
Passeiorama - Perrengando por aí: nossos perrengues viajando em família
Família Viagem - Nossos perrengues de viagem
Mochilão Barato - Fiquei doente no exterior! E agora? Os dias que fiquei de cama no Chile.
Por aí com os Pires - Perrengues de viagem - Blogagem coletiva
Colecionando Ímãs - Viajando com a Ethiopian Airlines: perrengue a caminho do Japão!
O Melhor Mês do Ano - Torres del Paine: acampando sob chuva e ventos de 100km/hr 
Volto Logo - Sobre a importância de reservar hospedagem e pesquisar os feriados do seu destino Turista Fulltime - Voo cancelado e os oito passos para driblar o perrengue
Apure Guria! - Perrengues na Ásia: deu ruim! 
Viajei Bonito - Nossos 15 dias de desventuras na Rússia 
VoupraRoma - Grécia sem inglês! Tá falando grego?