Paris, a Cidade Luz

Cidade que respira cultura e transpira os odores de sua mundialmente famosa gastronomia

Holanda: liberdade e tradição lado a lado

O encantador país que mantem suas tradições, mas também demonstra toda a modernidade do primeiro mundo

Gramado: um pedacinho da Europa no Rio Grande do Sul

O destino turístico mais procurado do RS atrai o público com suas infinitas belezas e atrações, não só no inverno

Sim, o Rio de Janeiro continua lindo

Uma cidade exuberante que, apesar dos problemas, nos encantou

Uruguai: tradição, tranquilidade e amabilidade

Nosso irmão menor mostra sua face tranquila, suas belezas naturais e cultos à tradição

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Ruínas de São Miguel das Missões


Ruínas de São Miguel das Missões
Ruínas de São Miguel das Missões

• Viagem em 02/2017
Post em parceria com passagemparaomundo.com

 Localização:


São Miguel das Missões, pequena cidade com cerca de 7.500 habitantes, está localizada na região noroeste do Rio Grande do Sul. Distante cerca de 480 km de Porto Alegre, 250 km de Passo Fundo, ou ainda há 1.200 km de São Paulo, é bem provável que sua viagem até lá tenha várias horas de duração. A paisagem da região é formada basicamente pelas culturas de soja, trigo e milho, dando espaço para pequenas cidades ou povoados que se formam a beira da estrada. A região possui boa estrutura de estradas principais, com asfalto em boa ou regular conservação. O sinal de celular por vezes fica inativa entre uma cidade e outra. Postos de gasolina e pequenos comércios são bastante comuns.

Pórtico de entrada da cidade de São Miguel das Missões
Pórtico de entrada da cidade de São Miguel das Missões

 Como chegar:

O aeroporto mais próximo, com vôos regulares (e preços dentro da realidade) é o de Chapecó. Mesmo assim, a distância até São Miguel das Missões é bem grande – cerca de 365 km. Mais naturalmente, parte-se de Porto Alegre – há 480 km de distância.
Dada a grande distância dos dois principais aeroportos que atenderiam São Miguel das Missões, bem como a pouca oferta de linhas de ônibus ligando as origens (Porto Alegre e Chapecó) ao destino, recomendamos que a viagem seja efetuada de carro. Você pode contar com os preços mais baixos em aluguel de veículos usando os serviços da RentCars.com, que oferece vários modelos e compara os preços nas diversas locadoras de cada cidade, garantindo sempre uma grande economia!
Partindo de Chapecó: você deve pegar a BR-480 com destino a Nonoai, no RS. Passando por esta cidade, já na RS-406, deve seguir até o município de Ronda Alta e, de lá, para Sarandi, na RS-404. A partir dali, seguir pela rodovia RS-569 até a cidade de Palmeira das Missões, onde pega-se o entroncamento com a BR-158 até Panambi. Daqui entra-se nas duas últimas horas da vigem, pela BR-285 até a entrada de São Miguel das Missões, na RS-536.
Partindo de Porto Alegre: deve-se seguir pela BR-386, sentido Lajeado, por cerca de 250 km até a cidade de Tio Hugo, onde há o entroncamento com a RS-223, rodovia pela qual deve-se seguir até Cruz Alta. De lá, pegar a RS-342 até Ijuí. Depois disso, basta seguir pela BR-285 por cerca de uma hora até a entrada de São Miguel das Missões, na RS-536.

Interior das Ruínas de São Miguel
Interior das Ruínas de São Miguel

 As Ruínas de São Miguel Arcanjo:

As Ruínas de São Miguel Arcanjo é um dos complexos mais bem preservados dentre aqueles que formaram os Sete Povos das Missões, no final dos anos 1600. Fundada em 1687, por padres Jesuítas, apresentava uma complexa estrutura e organização. Com construção durando cerca de 10 anos, entre 1735 e 1745, mostrou toda a capacidade de organização e trabalho em equipe necessária para essa grandiosidade arquitetônica, se considerarmos a tecnologia disponível na época. O material mais visível é a pedra gres, utilizada, por exemplo, na construção da igreja.
A visita às Ruínas pode (e deve) ser dividida em dois tempos distintosDurante o dia deve ser realizada a visita, andando pela área do local, e observando perfeitamente a planta daquele complexo. Podem ser observadas, além da belíssima fachada e interior da igreja (que mantem-se em pé, apesar do tempo, saques e período em que ficou abandonada no século XIX), a área do cemitério, oficinas, adegas, casas de padres e casas de índios. Tudo muito bem dividido e organizado. Algo necessário, até porque no auge da Redução sua população girou em torno de 7 mil habitantes – assim como a população total da cidade nos dias de hoje. É inspiradora a primeira vista da igreja, ao chegar ao parque, e ainda mais incrível é o passeio por dentro dela, visualizando os detalhes da construção, as colunas que seguravam o teto, a torre do sino. Igualmente emocionante é o passeio pelas áreas adjacentes e a visualização das paredes caídas sobre o solo que abrigou a sociedade formada por padres e índios guaranis.
O Parque de São Miguel das Missões é muito bem estruturado, com sanitários, lancheria e loja de souvenirs. Viabilizando uma visita ainda mais completa, é possível alugar o audioguia do passeio, possibilitando explicações acuradas sobre cada parte das ruínas, ligando as construções à história real do local.

Espetáculo Som e Luz, em São Miguel das Missões
Espetáculo Som e Luz, em São Miguel das Missões

O segundo momento da visita deve ser realizado no período da noite. Após o pôr-do-sol o parque recebe os turistas para o Espetáculo Som e Luz. Como o nome já diz, o espetáculo utiliza-se de efeitos sonoros e de iluminação, contando de maneira emocionante a história de criação, ascensão e queda dos Sete Povos. Utiliza a Igreja como personagem central e é ela que conta o desenrolar da história. Um espetáculo realmente imperdível, que conta com vozes de grandes artistas nacionais, como Fernanda Montenegro e Lima Duarte! Há arquibancadas instaladas em local que possibilita a melhor visualização do local. Ponto falho é que para chegar até ela é necessário encarar o campo dentro de uma grande escuridão (amenizada por pequenas lanternas de funcionários locais).

Cruz Missioneira, nas Ruínas de São Miguel
Cruz Missioneira, nas Ruínas de São Miguel

 A Cruz Missioneira:

A Cruz Missioneira, ou Cruz de Lorena, símbolo maior das Missões, foi esculpida pelos índios em pedra arenito e encontra-se no sítio arqueológico da cidade de São Miguel das Missões. A cruz tem origem ainda na Europa, com a união de outras simbologias cristãs, e trazida para a cultura jesuíta pelos padres vindos da Espanha. A Cruz era considerada pelos índios como um amuleto do bem contra o mal, cujos braços duplos representavam a fé redobrada e que os pedidos feitos a Deus permaneceriam em segredo. A Cruz encontrada no parque é um dos principais símbolos de toda a região, estando presente nas bandeiras dos municípios, nas placas de informações e até mesmo em logotipos de diversas empresas.

 O Museu:

O complexo das ruínas de São Miguel Arcanjo abriga um museu que apresenta uma grande maquete representando como eram as reduções em seu apogeu. Além disso, através de um belo trabalho em vídeo, pode-se ter a real noção do funcionamento daquela sociedade. No museu, ainda, estão dispostos vários afrescos resgatados em trabalhos de arqueologia, muitas images sacras e o sino da igreja. Infelizmente no dia de nossa visita o museu passava por uma reforma e estava fechado.

Detalhe da Fonte Missioneira, em São Miguel das Missões
Detalhe da Fonte Missioneira, em São Miguel das Missões

 A Fonte Missioneira:

Localizada a cerca de 1 km das ruínas de São Miguel Arcanjo, a Fonte Jesuíta – também chamada de Fonte Missioneira – era uma das fontes de água da redução jesuítica. Construída há mais de 300 anos, em pedra gres, mantem boa parte de sua originalidade e adereços. Descoberta no ano de 1982, foi restaurada e permite a visitação. Além da fonte, por onde jorra água límpida e pura, há uma série de piscinas que provavelmente eram utilizadas como forma de lazer pelos índios. Além desta, acredita-se que haja ainda outras seis fontes semelhantes, enterradas na cidade de São Miguel das Missões e que passam por buscas arqueológicas.

 Serviço:

• Ruínas de São Miguel Arcanjo
Rua São Miguel, São Miguel das Missões, RS
Telefone: 55 3381 1399 (IPHAN)
Atendimento: de terças-feiras a domingos, das 9h às 12h e das 14h às 18h. No horário de verão o sítio tem permanecido aberto até às 20h. Próximo aos horários de encerramento, guardas locais passam pedindo que os visitantes saiam. Caso vá pela manhã, chegue cedo, pois não há muitos atrativos para estas duas horas entre os turnos.
Valor do ingresso: R$5,00. Estudantes: R$2,50. Pessoas acima de 60 anos não pagam ingresso.
Estacionamento: há muitas vagas gratuitas em frente ao sítio.
• Espetáculo Som e Luz
Ocorre no mesmo local das Ruínas de São Miguel.
Horários:
  • Durante o Horário de verão – 21h30min
  • Fevereiro, Março, Abril, Setembro, Outubro – 20 horas.
  • Maio, Junho, julho, Agosto – 19 horas.
Às terças, quintas e sábados, uma hora após o espetáculo tradicional, há apresentações em espanhol.
Às quartas, sextas e domingos, uma hora após o espetáculo tradicional, há apresentações em inglês.
Ingressos: vendidos uma hora antes do espetáculo. Para a versão em português o valor do ingresso é de R$25,00 – estudantes e maiores de 60 anos pagam R$10,00. A versão em espanhol custa R$30,00. A versão em inglês tem o custo de R$50,00.
Estacionamento: disponível e gratuito.
• Museu das Missões
Funciona no mesmo local das Ruínas, com mesmo horário de atendimento. O valor do ingresso às reduções já inclui a visita ao museu.
• Fonte Missioneira
Pode ser acessada pela rua Jordão França de Bitencourt. A entrada baseia-se em um portão com uma pequena placa O local mais parece um campo, ou a entrada de uma pequena fazenda. Ali há uma trilha em pedras gres, que deve ser seguida até a fonte.
Horário de funcionamento:  das 9h às 12h e das 14h às 18h
Ingresso: gratuito
Estacionamento: apenas na rua, próximo ao portão. Local seguro, com algumas casas e moradores circulando.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Parque da Festa da Uva, Caxias do Sul

Caxias do Sul é a segunda maior cidade do Rio Grande do Sul, e a mais importante da serra gaúcha, economicamente. Possui cerca de meio milhão de habitantes, e tem vários lugares legais a serem explorados.

Neste ano e meio que morando aqui em Caxias do Sul já pudemos escolher alguns locais favoritos. Um dos que mais gostamos de frequentar é  Parque da Festa da Uva, também chamado por aqui de Pavilhões da Festa da Uva. Na verdade o nome oficial é Parque Mario Bernardino Ramos, mas ninguém o chama assim.

O Parque da Festa da Uva está localizado em uma região elevada da cidade e conta com mais de 360 mil metros quadrados, com grande variedade de atrativos. Dentre eles, os que mais gostamos e que normalmente mais chama a atenção de moradores e turistas:

1. Réplica de Caxias do Sul de 1885
Réplica de Caxias do Sul de 1885: Igreja e coreto. Parque da Festa da Uva

Logo na entrada do parque está retratada uma réplica, em tamanho natural, de como era o município de Caxias do Sul no ano de 1885. Representada pelas casas em madeira, exemplifica parte da área central da cidade. A construção foi parte das comemorações do centenário da cidade.

Há cerca de 20 casas construídas no Parque, além da réplica da Igreja daquela época e do coreto, que dão um ar de muito charme ao local. Durante a Festa da Uva as construções transformam-se em cenário do espetáculo de Luz e Som, que conta a imigração italiana em Caxias do Sul. Pode-se passear por entre as casas, que abrigam algumas lojas, bares e museus. Também há uma arquibancada, com visão panorâmica da réplica.


2. Área verde e parreirais
Parque da Festa da Uva: os parreirais
O Parque da Festa da Uva, em sua extensão, possui grandes áreas de gramado, que são muito bem aproveitadas pelos moradores da cidade. É bastante comum que aos finais de tarde, ou fins de semana, os gramados estejam cheios de pessoas. Os caxienses procuram o parque da Festa da Uva para passear com as crianças e cachorros, para sentar em rodas de chimarrão, ou simplesmente para jogar conversa fora. Emoldurando os gramados, há uma série de parreirais, que geram grandes cachos de uvas, tornando o cenário ainda mais bonito.

3. Mirante e Monumento Jesus Cristo do Terceiro Milênio
Pavilhões da Festa da Uva - Vista do Mirante
Bem ao fundo do Parque da Festa da Uva, aproveitando a excelente localização, foi construído um mirante, de onde pode-se observar grande parte de Caxias do Sul. O cenário é belíssimo! Há visão de diversos ângulos, de onde conseguimos ver o tamanho da cidade, a quantidade de prédios e de torres de igrejas construídas por este povo que é muito religioso. Por falar em religiosidade, neste ponto emerge do chão o monumento Jesus Cristo do Terceiro Milênio, cuja temática é a cabeça de Jesus Cristo observando e rogando pelos cidadãos de Caxias do Sul

4. Espaço de eventos e outros usos
Os Pavilhões da Festa da Uva
Algo que não pode se deixar de ser notado, pela sua grandiosidade, são os espaços destinados a eventos e que dão o nome mais usual ao local: os Pavilhões da Festa da Uva. Os locais cobertos do parque estão dispostos em vários setores, sendo do mais simples (apenas telhado) aos mais requintados (com divisórias, mezaninos). Durante o ano o parque recebe diversos e variados usos, como para exposição de veículos, feiras de imóvel, formaturas, shows... enfim, é um parque multiuso. Os pavilhões, quando estão desocupados, normalmente são utilizados por crianças que se divertem andando de patins, ou bicicleta.
Parque da Festa da Uva: Monumento Jesus Cristo do Terceiro Milênio

Outros atrativos que encontram-se no Parque são:

Memorial Zambelli - espécie de museu de arte sacra, que fica no subsolo do mirante

Escadaria Via Sacra - que percorre a área de estacionamento até o mirante, com as estações de Cristo

Restaurante Tulipa - que abre diariamente

Além de tudo isso, e como vocês já devem ter deduzido, é neste parque que ocorre um dos maiores festivais de cultura italiana do Brasil: a Festa da Uva. Este festival vem sendo moldado com o tempo, tendo sido uma sequência dos primeiros festejos ocorridos no ano de 1891. Nos moldes atuais pode-se dizer que a Festa da Uva vem ocorrendo desde 1933. Normalmente um evento bianual, a última edição ocorreu em 2016 e há previsão de nova Festa em 2018. Algumas curiosidades sobre a Festa da Uva é que daqui (não do Parque, mas alusivo a ele) partiram as primeiras imagens coloridas da televisão brasileira, conforme o vídeo abaixo, da RBS TV:

Além disso, daqui foi transmitido uma eletrificação ao vivo!!:


Tirando as brincadeiras, o Parque da Festa da Uva merce ser visitado, seja durante a Festa ou em qualquer estação do ano!

Pensando em vir para a serra gaúcha? Temos muitas opções de hotel:
Booking.com

sábado, 25 de novembro de 2017

Dicas para uma road trip sem problemas

A maior parte de nossas viagens acontece de carro. Além de acharmos uma maneira muito prática, esse tipo de viagem nos dá muita liberdade para ir onde quisermos, parar sempre que acharmos necessário, descobrir partes do caminho que não encontraríamos de outra forma. Viajando de carro não temos que nos preocupar com os horários engessados dos ônibus ou aviões. E ainda temos mais facilidade para levar nossa fiel escudeira, a cochorrinha Luli, que nos acompanha em boa parte das viagens há cinco anos.
Foto: Pixabay
Para que a viagem de carro ocorra da melhor maneira, uma série de cuidados devem ser tomados. Precisamos estar atentos à manutenção e documentação do veículo, saber qual a melhor ou mais agradável rota tomar, se e onde iremos fazer as refeições ou pernoitar. Para facilitar a vida de todo desbravador de estradas, reunimos algumas dicas bem práticas, de acordo com nossas experiências.

O carro

No nosso caso, a enorme maioria das viagens ocorreu em um de nossos carros. Isso, de certa forma, facilita um pouco a percepção de possíveis problemas, ou a necessidade de ajustes pontuais antes de pegar a estrada. De qualquer forma, é importante sempre seguir as recomendações de revisão dos fabricantes - normalmente a cada 10.000 km. Caso tenha pulado alguma delas, julgamos obrigatória a revisão antes da viagem, pois isso pode lhe poupar grande dor de cabeça. Verifique os fluídos, as lâmpadas, as suspensões, os freios... enfim, tudo! Já estive parado na beira da estrada em uma madrugada e a sensação não é nada agradável... Por outro lado, quando o veículo é alugado com uma das grandes empresas do setor (e com a RentCars você tem sempre o melhor preço), certamente o carro já está revisado e pronto para rodar.
Foto: Pixabay
Um aspecto muitas vezes deixado em segundo plano, mas que pode ocasionar grandes prejuízos é com relação ao combustível. Antes de viajar, ao preparar o roteiro, é interessante planejar onde serão os abastecimentos. Isso ajuda a pagar mais barato (no RS, por exemplo, há regiões em que o litro da gasolina custa R$3,60 e outro em que o valor chega a R$4,95) e a garantir a qualidade da gasolina ou etanol. Muitos fóruns citam bons e maus postos em diversas regiões. Sempre que podemos, buscamos encher o tanque repetindo o posto e garantindo a confiabilidade. Importante salientar que cada país possui especificações diferentes para a fórmula dos combustíveis. Verifique se a regulagem de seu veículo consegue interpretar isso!

Os pneus, grande ponto de segurança dos veículos, devem ser muito bem analisados antes da jornada começar, afinal são eles que dão a maior parte da estabilidade do veículo. Nunca rode com pneus com vincos menores que os indicados pelo fabricante, afinal a vida não tem volta! Além do estado, calibre sempre os pneus com a pressão correta pois, além de aspectos de segurança, isso fará economizar combustível e aumentar sua autonomia! Com relação aos pneus, tenha em mente o terreno onde você estiver rodando e as especificidades da viagem (como a necessidade de instalação de correntes para andar na neve, por exemplo).
Foto: Pixabay
Ainda com relação ao seu veículo, é essencial verificar a presença dos equipamentos de segurança obrigatórios. Verifique se o triângulo está no porta malas, se o cabo para reboque (exigido em alguns países sulamericanos) está guardado, dentre outros. Antes de sair do Brasil de carro, verifique sempre os equipamentos obrigatórios, evitando dores de cabeça!

Documentação

Os documentos do veículo e do condutor são as primeiras exigências dos policiais quando somos sorteados em alguma averiguação. Portanto, tenha certeza de estar portando a CNH antes de dirigir e de que o documento do veículo esteja com você. O veículo deve estar com o licenciamento em dia para estar apto a circular. Para as viagens ao exterior, por fronteira terrestre, certamente você deverá mostrar, na aduana, toda a documentação. Nestes casos, ainda, caso o proprietário do veículo não esteja presente, ele deverá enviar documentação autorizando o motorista a levar o carro para outro país. Caso o carro esteja alienado, ou com alguma ligação com instituição financeira, a empresa deve autorizar o carro a ultrapassar a fronteira, também.

Lembrando que ao atravessar as fronteiras terrestres do Mercosul, a CNH não dispensa a apresentação da carteira de identidade ou passaporte, fica a dica!

A viagem

A viagem sempre deve ser preparada com antecedência (lembra da revisão do carro?), para que se tenha a maior segurança de que tudo vai correr bem. Apesar da tecnologia do GPS, que facilita muito a descoberta de novos pontos, sempre temos também um mapa à moda antiga, impresso (de um guia da Abril, sempre bem completinho!). Fazemos isso para o caso de ficar sem sinal de GPS na estrada ou, caso tenhamos nos preparado para usar o GPS do celular, não ficarmos na mão se ficarmos sem internet. Na verdade, pouco usamos esse mapa, mas se precisarmos, ele estará lá!
Foto: Pixabay
Falando em mapas, GPS, é bom sempre prestar atenção nas atualizações dos mapas do GPS. De vez em quando é interessante esta atualização, principalmente para trechos urbanos, pois assim corre-se menos risco de ser mandado para ruas que mudaram de direção, por exemplo. Outra boa forma de guiar-se é através de aplicativo como o Waze, que usa a plataforma colaborativa informando onde há obras e acidentes, por exemplo. Sobre o GPS de celular, há alguns modelos que permitem o download de mapas, o que faz com que o mapa siga ativo, mesmo sem internet.

Ao preparar a vigem, uns dias antes é interessante verificar a situação das estradas por onde você passará. Costumamos dar uma olhada no Twitter das Polícias Rodoviárias, por exemplo, que citam sobre obras e possíveis interdições (por deslizamentos, chuva, manifestação). Além disso, há fóruns que falam sobre o estado geral da rodovia, para que já se esteja preparado para buracos, perigos e para calcular o tempo da trip! Também algo que faz muito parte de road tripos são os sustos com os valores dos pedágios. O site Mapeia faz esse cálculo (de forma aproximada). Lembre-se de levar grana para esses pagamentos!

O seu trajeto será longo? Lembre-se de fazer algumas pausas, para relaxar, dar uma espriguiçada e esticada nas pernas e braços. Aproveite os postos de combustível, ou alguma parada para passeio, vá ao banheiro, dê uma andada e revigore sua energia. Dirigir é cansativo, ainda mais depois de horas a fio no volante. Se for possível, faça o revesamento do motorista e tire um cochilo!
Foto: Pixabay
Caso seja necessário, é bom estar preparado para uma noite de sono. Preveja isso antes da viagem e já esteja preparado para parar em algum lugar para dormir. Normalmente em road trips de vários dias, já iniciamos a viagem sabendo até onde vamos a cada dia. Já fomos de Navegantes até Rio Grande, Depois de Rio Grande até La Paloma... Também já fomos pegas de surpresa com um cansaço extremo e paramos para cochilar por umas horinhas em um paradouro que nos pareceu seguro! O mais importante é: não subestime o sono!

Não esqueça, também, de criar e levar a sua playlist animada, divertida, pois a música transforma uma viagem! As músicas fazem o tempo passar muito mais rápido na estrada, além de integrar a galera e acalmar crianças (melhor, só um tablet com desenhos infantis!). Outro ponto a ser lembrado é uma caixa de isopor com alguns sanduíches, água, refrigerante e energético geladinhos... Os gaúchos costumam levar o chimarrão para ir sanando a sede. Snacks também são uma boa pedida, pois podem ser comidos sem perder a atenção na estrada! Só preste atenção a alimentos muito pesados ou gordurosos durante a viagem, pois além de darem um sono sanado, pode lhe causar algum desconforto estomacal!

Com todas essas dicas, agora é só curtir a viagem ao máximo, explorando cada vez mais esse mundão!


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

O que ver em Santo Ângelo - RS

Ao  viajar para a região das missões, no interior gaúcho, o destino mais procurado é a cidade de São Miguel das Missões. Lá estão localizadas as ruínas mais preservadas dos Sete Povos. Ali pertinho, no entanto, está localizada a cidade de Santo Ângelo, que mantem viva o patrimônio arquitetônico dos anos 1700.
Santo Ângelo - RS é uma ótima opção de passeio na região das Missões Jesuíticas. Com sua igreja imponente, consegue manter vivos alguns aspectos arquitetônicos da era dos Jesuítas.

Como chegar

Santo Ângelo está localizado a cerca de 450 km de Porto Alegre. De carro, a viagem tem duração de cerca de seis horas. Há vôos que ligam a capital gaúcha a Santo Ângelo, porém não são todos os dias que eles são oferecidos. Utilizando o avião, a viagem - pela empresa Azul - dura puco mais de uma hora. Partindo de São Paulo, há vôos com conexão em Porto Alegre, apenas. Além disso há a opção de viagem aérea entre São Paulo e Chapecó (cerca de uma hora e meia de viagem sem escalas) e depois cerca de cinco horas de carro até Santo Ângelo. As estradas, no geral, são boas. Partindo de Porto Alegre, não há pedágios. Deve-se tomar cuidados a partir de Cruz Alta, onde alguns trechos não são muito bem sinalizados, e pode haver desníveis no asfalto.

Sobre a cidade


Santo Ângelo foi conhecida como a Capital das Missões, mesmo tendo sido o último dos Sete Povos fundado, no ano de 1676. A comunidade, gerida pelos padres Jesuítas, teve um grande desenvolvimento e prosperou durante anos, chegando a cerca de oito mil habitantes.

No ano de 1756, quando espanhóis e portugueses perceberam riscos nas reduções jesuíticas, o povoado foi destruído. Depois disso, por quase cem anos, a região ficou abandonada, até que nova leva migratória passou a reocupar a região de Santo Ângelo. No auge econômico da cidade o município chegou a ter cerca de 90 mil habitantes e uma economia pujante. Atualmente passa por um processo de reestabilização.

De acordo com o último Censo demográfico, Santo Ângelo possui atualmente pouco mais de 80 mil habitantes. A economia baseia-se no setor primário, com destaque para a agricultura, setor que move a região noroeste do Rio Grande do Sul.

O que ver em Santo Ângelo

Em função de toda a história da cidade, este é o principal aspecto encontrado nas atrações locais. A grande parte dos pontos de interesse está na região central. Ou mais precisamente na região praça. Para conhecer os principais pontos, bastam umas poucas horas. Uma manhã ou tarde é o suficiente.

Praça Pinheiro Machado

O início de nosso passeio se dá na principal praça do município, a Pinheiro Machado. Trata-se de uma ampla área, que mescla o estilo espanhol com o alemão. Fica bem em frente à Catedral, e possui uma grande esplanada com calçada, além de área verde. Completando o cenário, há um pequeno lago artificial com uma ponte, que dá um ar mais confortável ao lugar. Na praça Pinheiro Machado há várias esculturas e bustos, homenageando personalidades locais e o nacionalismo. Possui uma estrutura constituída de vários arcos homenageando e identificando cada uma das Reduções Jesuíticas. O local é muito bem conservado, possui grande área com sombra e é bem agradável estar por ali.

Catedral Angelopolitana

A catedral da cidade, que leva este nome por homenagear Santo Anjo da Guarda, está localizada na Praça Pinheiro Machado. Com construção entre os anos de 1929 e 1955, está localizada onde antigamente situava-se a Redução de Santo Ângelo Custódio. Há até, em exposição ao lado da construção, parte de escavações que mostram alguns resquícios das antigas fundações.

A Catedral tem construção em estilo gótico. Em sua arquitetura destacam-se vários detalhes, principalmente as imagens que decoram seu exterior, representando os santos padroeiros dos Sete Povos das Missões (São Borja, São Nicolau, São Luis Gonzaga, São João Batista, São Lourenço Mártir, São Miguel Arcando e Santo Ajo da Guarda - ou Santo Ângelo Custódio). No interior, bastante sóbrio, destacam-se a cruz de Jesus, de origem missioneira, em cedro, estilizada por volta do ano de 1740 e os coloridos vitrais.

Museu Municipal Doutor José Olavo Machado

O Museu Municipal de Santo Ângelo está localizado na Rua Antônio Ribas, em uma das esquinas da praça central. O prédio de sua sede é tombado pelo Patrimônio Histórico Municipal, por ter sido um dos primeiros do local. Com enfoque na história dos Sete Povos, apresenta material retirado das escavações da região - como porcelanas, vasos, pontas de flechas e outros utensílios utilizados pelos índios guaranis. Além disso, destaca-se a maquete que apresenta a antiga redução de Santo Ângelo Custódio. O Museu apresenta, também, algumas peças que marcaram a evolução da cidade, como calculadoras antigas, instrumentos cirúrgicos de décadas passadas, móveis e ferramentas de época. Destoando um pouco, no local há também uma réplica da tocha olímpica que passou pela cidade em 2016. A entrada é gratuita.

Cruz Missioneira

Localizada na Praça Pinheiro Machado, a cruz simbolizava, para os Jesuítas, o bem contra o mal. Os dois braços horizontais representavam a fé redobrada, foco e abnegação. A cruz era considerada um amuleto usado na proteção espiritual contra todos os males. São encontradas cruzes como esta em várias das antigas Reduções.

Outros pontos interessantes

Há alguns outros pontos de interesse na cidade. Infelizmente não conseguimos visitá-los. Na antiga Estação Ferroviária (desativada em 1969) hoje existe o Memorial Coluna Prestes. Neste museu são expostos documentos, fotos e objetos de época abordando a marcha que atravessou o Brasil. Mais informações podem ser encontrados no blog Repórter Unijuí.

Já em frente ao Teatro Municipal encontra-se o Monumento ao Índio. Uma rica homenagem aos guaranis que habitavam a região. Mais informações no blog Monumentos Históricos de Santo Ângelo.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Vinícolas em Curitiba - Caminho do Vinho

Adoramos passear por vinícolas! Para quem já conhece o blog, isso não é novidade. Vira e mexe temos uma publicação sobre algum empreendimento enogastronômico. Já visitamos Bento Gonçalves e o Vale dos Vinhedos (Casa Valduga, Miolo, Salton, Aurora), Garibaldi, Monte Belo do Sul, Pinto Bandeira. Já passamos por festas que celebram a vindima e o vinho (aqui, aqui e aqui). Além desta bela região gaúcha que destaca-se com a produção vinícola, já passamos - e ainda não publicamos - por várias vinícolas catarinenses, em São Joaquim e Urussanga.

Mesmo visitando Curitiba por diversas vezes - até porque a Lis é curitibana - me surpreendi quando soube que a capital paranaense tem um roteiro rural que reúne alguns estabelecimentos que produzem e vendem a bebida de Baco. Tivemos a chance de conhecer parte desta rota, em um ambiente muito bucólico e agradável, a poucos quilômetros da BR-277.

Como chegar



Bom, na verdade o roteiro não fica exatamente em Curitiba, mas sim em São José dos Pinhais, na região metropolitana. Para quem parte das regiões centrais da capital paranaense, há diversas opções para chegar até o roteiro. É claro que as mais fáceis são sempre de táxi e Uber (clica aqui e ganhe um desconto!) ou Cabify. Outra boa opção é alugar um carro e seguir até lá usando o GPS! Para ir até o início do roteiro, o endereço a ser buscado é Rua Júlio Cesar Setenareski, snº / Colônia Mergulhão, São José dos Pinhais, Paraná (o mapa acima mostra esse endereço). A rota está a cerca de 25km do Jardim Botânico.

Para quem ja está pensando em passar o dia passeando, conhecendo as vinícolas e ainda degustar muitos produtos diferentes sem precisar dirigir ou procurar endereços, uma excelente opção é a Linha Turismo. Trata-se de um ônibus que parte do Shopping São José, em São José dos Pinhais. Há linhas urbanas de ônibus que partem do Terminal Guadalupe, em Curitiba, e vão até este shopping. A passagem de ônibus para o roteiro custa R$20,00, e mais informações estão disponíveis neste site.



O Caminho do Vinho

Na zona rural de São José dos Pinhais, na grande Curitiba, a Associação Caminho do Vinho abre espaço para o turismo rural na Colônia Mergulhão. Em um ambiente bucólico, típico do interior, vários estabelecimentos abrem suas portas e vendem sua produção de vinhos, biscoitos, licores, queijos, embutidos e artesanato. O Caminho do Vinho possui 34 propriedades rurais envolvidas nas mais diversas atividades como vinhos, restaurantes e cafés coloniais, chácaras de eventos e lazer, minhocário, pesque-pague, pousada, receptivo local, artesanato entre outras. Mantém ainda hoje edificações típicas da colonização italiana, bem como de outras influências, consideradas de valor histórico, e muitas continuam sendo utilizadas pelas famílias locais.

Como nossa vista a Curitiba foi rápida, conhecemos apenas alguns estabelecimentos do Caminho do Vinho, ficando com vontade de quero mais! Certamente o local merece uma visita mais completa, onde passaremos por outras unidades familiares.

Nossa visita começou pela Adega Bortolan, situada no começo do roteiro, em um belo casarão histórico, decorado com floreiras nas janelas. Internamente conta com decoração que lembra a tradicional família vinda da Itália, com fotos e objetos históricos. A Adega oferece vinhos e espumantes de produção própria, além de diversos outros produtos, como sucos, bolachas, temperos, embutidos e conservas. O ambiente é amplo e muito agradável e a casa oferece seus vinhos para degustação. Quando visitamos o local, a parte destinada a produção estava fechada para visitas, em decorrência de uma pequena reforma. Além da loja e produção, a Adega Bortolan possui um pequeno jardim, cenário para belas fotos!

Quase na frente da Adega Bortolan, encontramos outra vinícola, a Vinhos Vô Vito. O prédio da Vinhos Vô Vito lembra uma grande pipa de vinho, dentro da qual encontramos o varejo, além de um espaço temático onde ficam expostos alguns itens históricos, como rodas de carroça, barris, artigos de decoração e garrafas.  A vinícola vende produtos próprios, assim como a Adega Bortolan. No empreendimento são vendidos, além dos vinhos, biscoitos, sucos e o chopp de vinho (que compramos, mas não gostamos muito). Anexo à vinícola há um belo restaurante, mas que estava fechado qundo estivemos por lá. Ainda na Vô Vito há uma área de lazer, com brinquedos e esculturas de dois senhores tocando sanfona.

Seguindo o Caminho do Vinho, não muito longe de nossa última parada chegamos ao Vitis Vinifera Vinoteca. Esse empreendimento não trata-se de uma vinícola, mas sim de uma bujtique de bebidas, molhos e artigos alimentares. Em um ambiente bem moderno e super bem decorado, foi o destaque em nossa visita. A loja é muito bem equipada, com diversas marcas de cervejas artesanais, vinhos, vinagres, azeites, destilados, molhos, salgados. Além de tudo isso, ao fundo dispõe de um bar, onde são servidas diversas bebidas e, dentre elas, várias opções de chopps. Aproveitando a área externa, com mesas e bancos estrategicamente colocadas debaixo de belas árvores, ficamos ali petiscando e provando os chopps saborizados. Caso tenha o tempo escasso, uma visita a ao Vitis Vinifera Vinoteca vale pelo happy hour, uma vez que o ambiente é bem despojado e os produtos de excelente qualidade.

Para encerrar nosso passeio de algumas horas pelo Caminho do Vinho, de São José dos Pinhais, passamos também pelo Vinhos do Italiano, uma loja bem simples, mas que reúne grande diversidade de produtos coloniais. Além da comercialização de vinhos, o estabelecimento possui diversas variedades de queijo, salame, bolacha, compota. Ali vendem, ainda, sua produção de frutas cristalizadas e cucas. Os produtos são bem fresquinhos e simplesmente deliciosos!

Booking.com
Nosso passeio pelo Caminho do Vinho foi uma delícia. Apesar da simplicidade, os produtos comercializados são uma delícia, e o atendimento é muito próximo e humano. Há diversos outros empreendimentos que não conseguimos visitar, e isso com certeza nos fará voltar até lá!

Serviço

Caminho do Vinho
Endereço: Colônia Mergulhão, São José dos Pinhas, PR
Site: http://www.caminhodovinho.tur.br/

Essa foi mais uma blogagem coletiva, dia em que vários blogueiros se unem para falar sobre o mesmo tema. Aqui embaixo estão outros blogs falando sobre Vinícolas pelo Mundo:

Viajonários - Califórnia: Vinícola Calcareous em Paso Robles
Turistando.in - Tour degustação em vinícolas chilenas
Viagens Invisíveis - 05 vinícolas para conhecer antes de morrer
Viaje na Web - Groot Constancia - Vinho com chocolates na Vinícola mais antiga da África do Sul
Atravessar Fronteiras - Hospedagem na Casa Valduga
Viajento - Niagara-on-the-lake - Vinícolas no gelo e a produção do ice-wine
Por aí com os Pires - 04 Vinícolas que encantaram os Pires no Sul do Brasil
Trilhas e Cantos - Franschhoek, África do Sul: conhecendo a linda Vinícola Boschendal
Por aí e Por aqui- 5 Vinícolas, 3 países e algumas degustações
Viagens que Sonhamos - Vinícolas com experiências diferentes na Serra Gaúcha
Ligado em Viagem - Tour privado na Vinícola Santa Carolina em Santiago do Chile
Freitas para o Mundo - Bate e Volta de Florença - Conhecendo o famoso Brunello de Montalcino

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Festiqueijo- Carlos Barbosa, RS

Festiqueijo - Carlos Barbosa - RS - Brasil. Festival gastronômico com destaque para o queijo e vinhos produzidos na serra gaúcha.

A Festiqueijo é um festival gastronômico que ocorre no município de Carlos Barbosa, na serra gaúcha. Durante os finais de semana de julho, pessoas de todas as partes do Rio Grande do Sul se encontram no salão paroquial da cidade e desfrutam das delícias produzidas na região, especialmente os queijos e vinhos.

Localização

A Festiqueijo ocorre no salão paroquial de Carlos Barbosa, que fica bem ao lado da principal igreja da cidade, na rua Prefeito José Chies, 193. Ao chegar na cidade, basta seguir a avenida principal e chegar até lá.

A Festiqueijo
Festiqueijo - Carlos Barbosa - RS - Brasil. Festival gastronômico com destaque para o queijo e vinhos produzidos na serra gaúcha.

A Festiqueijo é um festival gastronômico que acontece desde o ano de 1987. Em 2017 está ocorrendo a 28ª edição deste que se tornou um dos principais eventos de gastronomia do Rio Grande do Sul. O festival faz uso de dois dos principais produtos da região: o queijo e o vinho. Carlos Barbosa, além de ser a terra da Tramontina, mantém muitos produtores de leite e indústrias processadoras de laticínios, além de estar na região que mais produz vinhos no Brasil.
Festiqueijo - Carlos Barbosa - RS - Brasil. Festival gastronômico com destaque para o queijo e vinhos produzidos na serra gaúcha.

Esta foi nossa primeira vez na Festiqueijo e, apesar do alto valor do ingresso (entre R$110,00 e R$120,00), achamos que valeu muito a pena! Ao contrário do que se pensa sobre festas em salão paroquial, aqui a simplicidade passa longe. O local é super bem decorado e faz uso de tecnologia para a iluminação é áudio perfeitos. As bancas de produtos são bem montadas e decoradas, lembrando uma vila italiana. O palco tem sempre alguma atração animando o público. O ambiente, sempre alegre, está sempre sendo limpo, evitando vinho, papéis e restos de comida no chão. Organização perfeita!
Festiqueijo - Carlos Barbosa - RS - Brasil. Festival gastronômico com destaque para o queijo e vinhos produzidos na serra gaúcha.

O principal do evento, claro, são as comidas e bebidas. No centro do salão há mesas sempre repletas de delícias como pastel e bolinhos de queijo, pizza de mussarela, polenta brustolada, grustoli, picles, galeto e salsichão. Nas laterais do salão as estrelas principais: várias bancas de produtores de vinho e queijo. E o que é bom, fica ainda melhor: está tudo incluso no valor do ingresso. Na entrada do evento ganha-se uma taça e um garfinho. Com eles em mãos, basta escolher o produto de preferência e se deliciar. São vários tipos de vinho tinto, branco, espumantes, sucos, água, refrigerantes e café. Para comer, são mais de 40 tipos de queijo, pão de queijo, salame, copa, linguiça, fondue, pães e cucas. Me dá água na boca só de lembrar!

A experiência foi ótima! Ficamos no salão por cerca de quatro horas (sem poder sentar, pois é uma das regras do evento) aproveitando cada sabor, cada música e cada momento de alegria. Com certeza ficaremos ligados nas próximas edições para retornar!
Festiqueijo - Carlos Barbosa - RS - Brasil. Festival gastronômico com destaque para o queijo e vinhos produzidos na serra gaúcha.


Serviço

Festiqueijo 2017, em Carlos Barbosa-RS
Quando: às sextas-feiras, sábados e domingos, entre 30.06 e 30.07
Valor dos ingressos: crianças até 7 anos: grátis. Crianças de 8 a 12 anos: R$55,00. A partir de 13 anos, nas sextas-feiras e domingos: R$110,00. A partir de 13 anos aos sábados: R$120,00
Horário de funcionamento: sextas-feiras - das 18h às 22h. Sábados - das 11h às 22h. Domingos - das 11h às 17h
Ingressos: no site do evento, ou diretamente na bilheteria, na entrada do salão
Site: http://www.festiqueijo.com.br/home

terça-feira, 23 de maio de 2017

Avaliação - Cometa Plaza Hotel - São Luiz Gonzaga - RS

Estivemos fazendo um passeio pela região das Missões, no interior do Rio Grande do Sul. O local mais procurado deste pedaço gaúcho são as Ruínas de São Miguel, um sítio arqueológico que reúne parte importante da história da formação da região dos pampas. Como não fizemos um planejamento tão preciso, no final de semana que resolvemos ir até lá (Carnaval), não encontramos nenhuma vaga de hotel na cidade de São Miguel, por isso acabamos nos hospedando na cidade de São Luiz Gonzaga, a cerca de 50km de lá.
O Cometa Plaza Hotel está localizado em frente à praça central de São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul. Está a cerca de 50km das Reduções Jesuíticas de São Miguel, nas missões gaúchas.


Ficamos hospedados no Cometa Plaza Hotel, muito bem localizado, na região central, bem em frente à principal praça da cidade. Encontramos o hotel efetuando nossa pesquisa no Booking.com, do qual somos filiados. Portanto, se quiser colaborar com nosso blog, da próxima vez que buscar um hotel, comece sua pesquisa pelo banner do Bokking.com, aqui do ladinho do texto!

Localização:

O Hotel

Devido a sua localização, é muito fácil encontrar o hotel. Exatamente em frente à praça central, ao chegar a São Luiz Gonzaga, basta dar uma voltinha por essa região e encontrá-lo. Outros pontos de referência são a Igreja Matriz e a Prefeitura Municipal (como você pode ver no mapa acima). Há varias vagas de estacionamento em frente ao hotel, além de a entrada da garagem estar acessível logo na chegada.
O Cometa Plaza Hotel está localizado em frente à praça central de São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul. Está a cerca de 50km das Reduções Jesuíticas de São Miguel, nas missões gaúchas.

Ao chegarmos no hotel nos deparamos com uma escada bem ingrime, já que a recepção fica no segundo piso. No térreo há uma loja (que passava por reformas), além da garagem do hotel. A garagem tem ligação direta através do elevador, mas como não sabíamos deste detalhe, acabamos usando a escadaria mesmo. Sobre a garagem, ainda, é bom saber que ela tem vários dos pilares do prédio, o que torna necessário realizar várias manobras para estacionar, dependendo da vaga escolhida. No primeiro piso, além da recepção há a sala do café da manhã (do qual falaremos depois), além de uma sacada, de onde é possível avistar a praça central e a rua. Ali servem bebidas, como cerveja, por exemplo. A decoração do hotel é bem simples e, em alguns pontos, há quadros com temas indígenas, tema constante na região das missões.
O Cometa Plaza Hotel está localizado em frente à praça central de São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul. Está a cerca de 50km das Reduções Jesuíticas de São Miguel, nas missões gaúchas.

O apartamento

O apartamento é bem simples, mas mesmo assim confortável. Apresenta o quarto, com cama de casal e criados-mudos, mesa com cadeira, televisor de LED com alguns canais de TV a cabo (imagem não é perfeita, mas não nos incomodou), frigobar e o roupeiro. a cama tem tamanho bom é confortável. O frigobar funcionou corretamente, assim como o ar condicionado. A janela é coberta por uma cortina e um black-out, que elimina a claridade. Nosso apartamento era de fundos, nos dando a chance de curtir uma bela vista do nascer do sol. O banheiro em um tamanho bom, assim como o apartamento. Apresentava toalhas de rosto e corpo (em nossa chegada faltava uma toalha de banho que foi prontamente reposta pela recepção) além de um mini kit de comodidades com shampoo e sabonete. A ducha tem temperatura e pressão de água boas.
O Cometa Plaza Hotel está localizado em frente à praça central de São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul. Está a cerca de 50km das Reduções Jesuíticas de São Miguel, nas missões gaúchas.


O café da manhã

O café da manhã é servido em uma sala do primeiro andar do Cometa Plaza Hotel, próximo à recepção. A sala é bem pequena, com algumas mesas dispostas próximas ao buffet. São servidos, além de café, leite, sucos e iogurtes, algumas variedades de pães, bolos e frios. O café da manhã é bem simples, mas suficiente para a primeira refeição do dia, além de condizente com o nível do hotel. Como acordamos bem cedo, tomamos café da manhã antes de sair para dar uma voltinha pela cidade e, na volta, ainda pudemos aproveitar para tomar um suco de laranja natural bem gostoso. Na sala de café a decoração segue o tema indígena como nas áreas comuns do hotel.
O Cometa Plaza Hotel está localizado em frente à praça central de São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul. Está a cerca de 50km das Reduções Jesuíticas de São Miguel, nas missões gaúchas.


Serviço

Cometa Plaza Hotel
Rua Salvador Pinheiro Machado, 1413, São Luis Gonzaga - RS
Telefone: 55 3352 8800
Site: www.cometaplazahotel.com.br
Apartamentos: são 58 apartamentos, divididos em seis espécies - de standard a suíte premium. Nossa avaliação foi baseada na experiência em um apartamento tipo luxo.
Tarifário padrão: de R$92,00 a R$259,00. Nossa hospedagem, para casal, em apartamento luxo custou R$179,00.
Bela vista do nascer do sol a partir do Cometa Plaza Hotel, que está localizado em frente à praça central de São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul. Está a cerca de 50km das Reduções Jesuíticas de São Miguel, nas missões gaúchas.

Nossa hospedagem no Cometa Plaza Hotel foi muito boa. O hotel oferece conforto e comodidades compatíveis com seu padrão de preço. A equipe é atenciosa e não sofremos com qualquer tipo de problema. Para quem visita as Missões Jesuíticas, como foi nosso caso, não é a melhor opção em função da distância até São Miguel das Missões. Mas para nós, que não conseguimos nenhuma vaga naquela cidade, serviu bem. Hotel bom para uma ou duas noites, apenas. Após esse prazo pode se tornar cansativo tanto pela pouca quantidade de opções de entretenimento, quanto pela simplicidade do café da manhã que passará a ser enjoativo.